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19 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Finlândia é o país mais feliz do mundo, segundo estudo da ONU - Jornal Brasil em Folhas
Finlândia é o país mais feliz do mundo, segundo estudo da ONU


O relatório mediu a felicidade em 156 países, segundo seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita, apoio social, expectativa de vida saudável, liberdade social, generosidade e ausência de corrupção

A Finlândia é o país mais feliz do mundo, inclusive para seus imigrantes, segundo um relatório da ONU apresentado nesta quarta-feira no Vaticano.

A Finlândia, seguida pela Noruega e Dinamarca, são os países mais felizes, segundo o Relatório Mundial da Felicidade de 2018, elaborado pela Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.

Os três países escandinavos são seguidos pela Islândia, Suíça, Holanda, Canadá, Nova Zelândia, Suécia e Austrália.

A Finlândia também está no topo do pódio no que diz respeito à felicidade dos seus imigrantes.

O relatório mediu a felicidade em 156 países, segundo seu Produto Interno Bruto (PIB) per capita, apoio social, expectativa de vida saudável, liberdade social, generosidade e ausência de corrupção.

A pesquisa revelou que o país mais triste é Burundi, enquanto a Costa Rica é o país latino-americano mais bem posicionado, no 13º lugar.

O México ficou em 24º lugar - atrás da França, em 23º -, o Chile em 25º, Panamá em 27º, Brasil em 28º, Argentina em 29º, Guatemala em 30º e Uruguai em 31º.

O estudo, que foi apresentado na sede da Academia Pontifícia da Ciência no Vaticano, presta atenção especial ao nível de felicidade dos imigrantes, medido em 117 países.

Os governos utilizam cada vez mais indicadores de felicidade para tomar decisões e formular políticas, indicou Jeffrey D. Sachs, coeditor do relatório.

O resultado mais surpreendente é a relação que existe entre a felicidade dos imigrantes e a dos nativos, ressaltou por sua vez John Helliwell, professor da Universidade de British Columbia.

Embora os imigrantes venham de países muito diferentes, a qualidade de vida deles e a dos residentes do país de acolhimento convergem, explicou.

Um ano depois da chegada de Donald Trump à Casa Branca, os Estados Unidos ocupam o 18º lugar, tendo caído quatro posições.

Problemas de saúde como obesidade e depressão aumentaram, o que afetou a qualidade de vida dos americanos.

A China passou do posto 79 ao 86, apesar do progresso econômico significativo alcançado nos últimos anos.

Para fazer o relatório, os especialistas levaram em conta também os níveis de compaixão, liberdade, generosidade, honestidade, saúde, redes de segurança social e boa governança.

A metodologia utilizada foi baseada em dados de cerca de 1.000 pessoas que responderam um questionário com uma escala de 1 a 10.

 

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