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25 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Rússia furiosa por acusações britânicas contra Putin por caso de ex-espião - Jornal Brasil em Folhas
Rússia furiosa por acusações britânicas contra Putin por caso de ex-espião


A Rússia mostrou sua indignação nesta sexta-feira ante as acusações de Londres de que o presidente Vladimir Putin teria ordenado o envenenamento de um ex-espião russo em solo britânico, e, após anunciar que se prepara para expulsar diplomatas britânicos do seu território, informou que vai abrir sua própria investigação sobre o escândalo.

Os líderes ocidentais contudo não interromperam suas acusações contra Moscou pelo que consideram um uso sem precedentes de uma arma química em tempos de paz.

A União Europeia alertou que na sua próxima cúpula de quinta-feira analisará o incidente e que passará uma mensagem clara a respeito.

O envenenamento do ex-agente russo Serguei Skripal e sua filha, Yulia, em 4 de março em Salisbury, cidade do sul da Inglaterra, está provocando um confronto Oriente-Ocidente sem precedentes desde a Guerra Fria.

O caso acontece a dois dias eleições presidenciais russas, em que Vladimir Putin se prepara para conquistar um quarto mandato, o que poderá mantê-lo como chefe de Estado até 2024.

Na quarta-feira, a primeira-ministra britânica Theresa May anunciou a expulsão de 23 diplomatas russos, uma medida inédita desde a Guerra Fria, e o congelamento dos contatos bilaterais, uma decisão de Moscou considera absolutamente irresponsável.

O Kremlin garantiu, nesta sexta, que responderá de uma hora para a outra à expulsão de seus diplomatas.

O ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, aumentou a pressão ao assegurar que que Londres culpava o Kremlin de Putin, e não a Rússia, pelo grave uso de um agente neurotóxico nas ruas do Reino Unido, nas ruas das Europa, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, respondeu de imediato: Qualquer menção ou referência a nosso presidente nada mais é do que escandalosa e imperdoável em termos de etiqueta diplomática.

Segundo Peskov, a intensidade da resposta russa será decidida por Putin.

Cedo ou tarde a Grã-Bretanha terá que fornecer provas conclusivas (...) Por enquanto, não vimos nenhuma, declarou Peskov.

Moscou anunciou que investigará por tentativa de assassinato o envenenamento da filha de Skripal, que acompanhava seu pai no momento do incidente.

A investigação foi anunciada pelo Comitê de Investigações Russo, que não mencionou a morte do ex-espião.

Paralelamente, o organismo afirmou que vai investigar outra morte suspeita, a de Nikolaï Gluchkov, ex-diretor-geral da companhia aérea russa Aeroflot, cujo corpo foi misteriosamente encontrado na segunda-feira em sua residência em Londres.

Pouco depois, a polícia britânica anunciou a mesma medida, uma investigação por assassinato.

Ele morreu por uma compressão no pescoço, segundo a polícia britânica. Ele era próximo de um magnata russo opositor, Boris Berezovski, que apareceu enforcado em sua casa britânica em 2013.

- Novichok -

Londres, Berlim, Paris e Washington publicaram um comunicado conjunto no qual afirmam que a única explicação plausível para o envenenamento em 4 de março é a responsabilidade de Moscou.

A Rússia alega inocência e nega categoricamente a existência do programa de armas químicas Novichok, o agente neurotóxico que as autoridades britânicas identificaram neste caso de envenenamento.

A existência deste agente foi revelada por um químico russo atualmente refugiado nos Estados Unidos, Vil Mirzaïanov.

A Rússia, contudo, desmente que tenha um programa para desenvolver estes gases e garante ter destruído todas as suas armas químicas sob controle internacional.

- Silêncio de Putin -

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, pediu nesta sexta-feira para a Rússia cooperar e garantiu que a Aliança Atlântica não quer uma nova Guerra Fria.

Contudo, a tensão de intensificou com o anúncio dos Estados Unidos de impor sanções à Rússia por sua suposta interferência nas eleições presidenciais americanas de 2016 e por vários ciberataques.

A Rússia respondeu garantindo que também tomaria represálias contra Washington quando for o momento.

Por enquanto, Vladimir Putin tem mantido o silêncio sobre o caso, e se mantém em campanha.

 

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