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16 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 São Luís encerra programação das oficinas de leitura comunitária do PDDI - Jornal Brasil em Folhas
São Luís encerra programação das oficinas de leitura comunitária do PDDI


Após passar por 12 municípios da Região Metropolitana da Grande São Luís, a Oficina de Leitura Comunitária do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI) encerrou nesta sexta-feira (16), com palestras e debates no auditório da Associação Comercial, localizada na Praça Benedito Leite, no Centro da cidade.

Temas como cultura, mobilidade urbana, educação e mercado de trabalho mobilizaram o evento, que foi realizado pelo Governo do Estado do Maranhão, por meio da Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (Secid) e em parceria com a Agência Estadual Metropolitana (Agem) e o Instituto de Estudos Cartográficos Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos do Maranhão (Imesc).

A elaboração do PDDI é parte de um processo dinâmico e permanente de planejamento da Região Metropolitana da Grande São Luís, que conta com 13 municípios mapeados, para nortear ações de curto, médio e longo prazo.

Com a participação representantes municipais, técnicos da Agem, Imesc, Secid e a presença da sociedade civil, com representantes de diversas associações e lideranças comunitárias, a oficina em São Luís explorou, além dos assuntos citados, debates sobre segurança, resíduos sólidos, entre outros.

O presidente do Imesc, Felipe de Holanda, comemorou o encerramento das oficinas comunitárias, que contou com um saldo positivo em todos os municípios onde foi realizada – inclusive, em São Luís. “[A oficina] é nosso primeiro passo. Com este pré-diagnóstico, apresentamos os dados, os estudos, os resultados das entrevistas e os trabalhos de campo para representantes da sociedade civil, gestores e técnicos municipais. Agora, podemos avançar na construção do plano diretor”, pontuou.

Para o chefe da unidade estadual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Marcelo Virgínio, as oficinas conseguiram o seu papel de envolver a sociedade civil nas discussões sobre os municípios, “para que se tenha um PDDI, além de democrático, mas também que venha a dialogar com a realidade de cada município visitado”, afirmou.

O encerramento em São Luís também foi considerado produtivo pelo secretário adjunto de Assuntos Metropolitanos da Secid, José Antônio Viana Lopes. “Com este bom resultado, podemos avançar para a próxima etapa, debatendo com todos, de forma compartilhada e localizada, os projetos e as ações importantes para cada município, para integração das ações do Governo do Estado”, acrescentou.

“Após esta oficina e com a formação do PDDI, pretendemos compartilhar algumas técnicas e ensinamentos com os demais municípios. É sempre importante tratar estas informações de forma compartilhada, para que tenhamos uma ação mais efetiva em todo o Maranhão”, disse Júlio César Marques, secretário de articulação de desenvolvimento metropolitano, representando a Prefeitura de São Luís.

Participante do debate após a oficina, o geógrafo Josuel Silvestre, representante da área Itaqui-Bacanga, atentou para que os órgãos municipais tenham um olhar voltado para o desenvolvimento social. “Esperamos que se vá além do desenvolvimento econômico. Esperamos investimentos sociais, para que tenhamos mais escolas de ensino médio e fundamental. Agora, temos um Iema [Instituto Estadual do Maranhão] no Itaqui-Bacanga. Esperamos que isso se amplie e tenhamos um novo olhar para o Itaqui Bacanga, para que estejamos sempre em desenvolvimento”, afirmou o líder comunitário.

A partir do levantamento de dados e informações em pesquisas de campo, realização de entrevistas e aplicação de questionários, observação direta intensiva e registro fotográfico, os técnicos organizaram as informações que foram discutidas e complementadas pela comunidade, construindo uma visão compartilhada dos problemas e potencialidades de cada município da Grande São Luís.

O Diagnóstico da Região metropolitana será elaborado de forma participativa, com o aporte da visão e das demandas dos gestores e de representantes da sociedade civil das 13 municipalidades envolvidas, servindo também como base para a identificação das funções de uso comum, das macrodiretrizes e do macrozoneamento da Região Metropolitana da Grande São Luís.

 

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