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23 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Vila Kennedy: Crivella entrega licenças para comerciantes da Praça Miami - Jornal Brasil em Folhas
Vila Kennedy: Crivella entrega licenças para comerciantes da Praça Miami


O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, entregou hoje (17), na Vila Kennedy, zona oeste do Rio, 49 licenças para os comerciantes da Praça Miami, que tiveram os quiosques derrubados, no último dia 9, durante uma ação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop). Com as licenças os comerciantes vão poder voltar ao trabalho em situação regularizada.

Os comerciantes receberam também tendas provisórias para que possam começar a trabalhar no local, de maneira provisória, até que novos quiosques sejam construídos. O modelo dos pequenos estabelecimentos, que deverão ser instalados em 45 dias, foi apresentado a eles hoje.

A previsão da prefeitura é instalar pelo menos 12 quiosques por semana até chegar aos 49. De acordo com o prefeito Crivella, também será feito o controle de consumo de energia e de água, já que os quiosques terão relógio de energia e ponto de água tratada.

Outra ação apresentada pela prefeitura hoje na Praça Miami foi o projeto urbanístico do local desenvolvido pela Secretaria de Infraestrutura, Urbanismo e Habitação (SMIUH). Além dos quiosques, o espaço vai receber piso e calçamento, academia da terceira idade e área de convivência e lazer para os moradores.

Todas essas medidas vão se juntar às ações da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação (SMDEI), que na semana passada criou a Feira Especial da Praça Miami, que também contará com o Polo Gastronômico da Vila Kennedy.

Márcio Alcântara Loureiro, de 41 anos, tinha um quiosque na praça há três anos e antes disso trabalhou no local por 13 anos como camelô. Para ele, a entrega das tendas é um passo para a retomada do trabalho. “Espero que daqui para frente seja vida nova.

Márcio contou ainda que está esperando a liberação de uma linha de crédito, prometida pela prefeitura, para adquirir mercadorias, já que as que ele vendia se perderam no dia em que as barracas foram derrubadas. “Eu perdi soprador e ferro de solda. Houve, assim, uma coisa que ninguém esperava muitas das vezes, por falta de informação. Eles pegaram mercadorias minhas e levaram. Não tinha nada roubado não tinha nada pirata. Eu trabalho com eletrônico sim e com peças importadas. É diferente do pirata.”.

Edição: Denise Griesinger

 

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