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17 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Rússia expulsa 23 diplomatas britânicos na crise de ex-espião envenenado - Jornal Brasil em Folhas
Rússia expulsa 23 diplomatas britânicos na crise de ex-espião envenenado


A Rússia anunciou neste sábado (17) que expulsará 23 diplomatas britânicos, fechará um consulado britânico e encerrará as atividades do British Council em resposta às ações provocativas de Londres após o envenenamento de um ex-agente duplo russo.

O governo russo fez este anúncio depois de convocar o embaixador britânico Laurie Bristow, na véspera da eleição presidencial que muito provavelmente dará a Vladimir Putin seu quarto mandato no Kremlin.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, respondeu assegurando que as represálias de Moscou não mudariam nada quanto aos fatos nem a culpa da Rússia no envenenamento do ex-espião russo Serguei Skripal e sua filha Yulia.

Os dois seguem em estado crítico depois de serem expostos em 4 de março a um agente neurotóxico na cidade inglesa de Salisbury.

O governo britânico já havia antecipado uma resposta deste tipo, afirmou May. O Conselho de Segurança Nacional britânico vai se reunir na próxima semana para analisar os próximos passos, de acordo com o ministério das Relações Exteriores.

Vinte e três membros da equipe diplomática da embaixada britânica em Moscou são declarados persona non grata e serão expulsos dentro de uma semana, anunciou o ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Londres acusou Moscou pelo envenenamento e apontou diretamente o presidente russo Vladimir Putin, provocando o descontentamento do Kremlin.

Esta decisão é a resposta às ações provocativas do Reino Unido e às acusações infundadas sobre o incidente em Salisbury, indica o anúncio em referência ao envenenamento.

O governo russo também anunciou que retirará do Reino Unido a licença de atividade de seu consulado em São Petersburgo.

O ministério assegurou que isso se deve à disparidade no número de missões diplomáticas entre os dois países, acrescentando que cumpre assim a lei internacional.

Moscou também decidiu cessar as atividades do British Council, a organização internacional do Reino Unido para as relações culturais e oportunidades educacionais, em todo o país.

Devido a falta de regulação do British Council na Rússia, suas atividades serão interrompidas, indicou a chancelaria.

O British Council reagiu, afirmando estar profundamente decepcionado com a decisão russa.

- Advertência de novas medidas -

O ministério russo também advertiu o Reino Unido que se forem tomadas mais ações hostis contra a Rússia, o lado russo reserva o direito de aplicar outras medidas em resposta.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, anunciou na quarta-feira a expulsão de 23 diplomatas russos e a suspensão dos contatos bilaterais de alto nível após o ataque a Skripal.

Ela afirmou que mais medidas poderiam ser tomadas contra a Rússia, observando que tanto a Otan como o Conselho de Segurança da ONU abordaram a questão do ataque.

O ex-espião havia levado sua filha, que acabara de chegar de Moscou para visitá-lo, para comer antes que os dois fossem encontrados em estado crítico em um banco de um parque.

Este episódio reavivou a lembrança do que aconteceu com Alexander Litvinenko, um dissidente russo que morreu envenenado com polônio radioativo em um ataque no Reino Unido em 2006. Este crime também foi imputado a Moscou por Londres.

A Rússia insiste que não tinha motivos para matar Skripal. A substância utilizada no ataque seria o Novichok, um poderoso agente neurotóxico criado pela União Soviética, e seria o primeiro ataque do tipo na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou na sexta-feira que as declarações do ministro das Relações Exteriores britânico, Boris Johnson, vinculando Putin ao ataque eram escandalosas e imperdoáveis.

O próprio Putin não fez comentários públicos sobre o caso, além de declarar a um repórter da BBC esta semana: Primeiro investiguem e depois conversaremos.

Os líderes da União Europeia devem abordar a questão em uma cúpula em Bruxelas na próxima semana. O assunto também está na agenda das conversações programadas para segunda-feira entre Johnson, seus colegas europeus e o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg.

 

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