Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Presidente da Câmara apoia liberação de R$ 3,1 bilhões para intervenção no Rio - Jornal Brasil em Folhas
Presidente da Câmara apoia liberação de R$ 3,1 bilhões para intervenção no Rio


O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, está confiante em uma solução para o financiamento da intervenção federal na área de segurança do Rio. O deputado concorda com o interventor federal, general Walter Braga Netto, de que a intervenção precisa de R$ 3,1 bilhões em recursos para cobrir dívidas com fornecedores e botar os salários em dia na área de segurança pública. Desse valor, R$ 1,5 bilhão teria que ser liberado ainda este ano, segundo ele.

A conta de R$ 3,1 bilhões foi apresentado na manhã de hoje (19) por Braga Netto em reunião com deputados federais do Rio. Segundo parlamentares que participaram do encontro, o interventor apresentou a necessidade de obter R$ 1,5 bilhão para as ações necessárias para este ano e R$ 1,6 bilhão para passivos já existentes na segurança pública do estado.

Para Rodrigo Maia, a diferença de valores nos recursos da intervenção entre o que estima o governo, em torno de R$ 800 milhões, e o que pede o interventor, pode ser resolvida com a discussão dos projetos que já tramitam na Câmara e com a medida provisória do Executivo alocando recursos para a área de segurança. “Vai passar pelo Congresso e a gente põe pouco mais do que R$ 800 milhões”, disse.

Maia fez a análise após participar de uma palestra para empresários cariocas, organizada pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide) Rio.

Recursos da reoneração

A possibilidade de usar recursos vindos da reoneração da folha de pagamento de setores empresariais para custear os gastos com a intervenção, conforme cogitou hoje (19) o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pode facilitar a aprovação da proposta, segundo Rodrigo Maia. Originalmente, o governo pretende arrecadar R$ 10 bilhões a partir da aprovação.

De acordo com o presidente da Câmara, a aprovação desse projeto de lei é difícil porque mexe com alguns setores com boa representação na Câmara, mas ponderou que, com a vinculação do dinheiro para a segurança, fica mais fácill. Maia, entretanto, disse o texto terá que sofrer alterações. Segundo ele, a proposta original, que mantém a desoneração em apenas seis setores, não passa.

“Nós chegamos a 16 setores, com 40 fora, 40 reonerados. Não dá para ser só os seis porque não tem voto na Câmara [para aprovar]. Tem que ser baseado naquilo que a gente já está negociando, que não é de economia os mesmos R$ 10 bi que o governo espera. O que a gente espera aprovar é uma economia de R$ 6 bilhões e desses R$ 6 bi, pelo menos R$ 1,5 bilhão tem que vir para o Rio de Janeiro”, afirmou.

Recursos para o governo

Maia acrescentou que a Câmara tem uma agenda de curto prazo que pode ajudar o governo federal com mais recursos, como a privatização da Eletrobras, em cujo sucesso de aprovação, apesar das dificuldades, ele ainda acredita. “Eu ainda estou otimista, mas um otimismo preocupado, porque senti, na semana passada, que o ambiente para se votar a privatização não é um ambiente tão simples. Para se instalar a comissão, na semana passada, foi difícil”, disse.

O presidente da Câmara revelou que vai se reunir amanhã (20) com a equipe econômica do governo Temer e com o Banco Central para analisar projetos de medidas microeconômicas que podem ser votados na Câmara. Como exemplo, citou o cadastro positivo do consumidor e a autonomia do Banco Central. “A gente vai amanha fechar o texto para tentar introduzir esse debate também na Câmara dos Deputados nos próximos dias”, afirmou.

Segundo Maia, a Casa também vai concentrar esforços na agenda de segurança, a partir de dois projetos que ele considera fundamentais. Um é da regulamentação do Sistema Integrado de Segurança Pública e o outro é o projeto de enfrentamento do tráfico de drogas e armas, que tem a participação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Morais. “Na área de segurança, são esses dois projetos que eu acho que a Câmara e o Senado, o Congresso, tem condição de colaborar com a política nacional de segurança e, em consequência, com a intervenção no Rio de Janeiro”.

Edição: Davi Oliveira

 

Últimas Notícias

Deputado Marlúcio promove caminhonetadas em várias regiões de Aparecida
Dia da Árvore: desmatamento vem caindo, mas ainda há desafios
Brincar com os quatro elementos da natureza ajuda a criança a se desenvolver melhor
Meninas que praticam esportes, cuidado com a alimentação!
Indústria paulista fecha 2,5 mil postos de trabalho em agosto
Aneel descarta revisão de bandeira tarifária em conta de luz
BNDES: empréstimos para Cuba e Venezuela não deveriam ter sido feitos
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212