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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Historiadora mostra em livro escrito para jovens a luta das mulheres pelo voto - Jornal Brasil em Folhas
Historiadora mostra em livro escrito para jovens a luta das mulheres pelo voto


O voto feminino, permitido no Brasil a partir da década de 1930, foi uma conquista das mulheres ou uma concessão do governo Getúlio Vargas? A forma como a história é contada influencia a maneira como a sociedade enxerga a luta pelos direitos das mulheres e os próprios avanços a serem alcançados. Essa é a tese defendida pela historiadora Teresa Cristina de Novaes Marques durante o lançamento, nesta quinta-feira (22), de seu livro: O Voto Feminino no Brasil, pela Edições Câmara.

A escritora é doutora pela Universidade de Brasília (UnB) e mestra pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela dá aulas na UnB sobre o Brasil colonial e republicano.

O livro, voltado para o público juvenil, conta de forma didática o histórico da luta pelos direitos políticos das mulheres no país, a partir de momentos importantes da discussão do tema no Poder Legislativo. Por exemplo, a análise de emendas que previam o voto feminino na primeira Constituição brasileira do período republicano. Em janeiro de 1891, as emendas foram rejeitadas pela Assembleia Constituinte.

O acervo de obras da Câmara foi a principal fonte de pesquisa da autora. Segundo Teresa Cristina, ainda existem historiadores que desconsideram o trabalho feito pelas mulheres na conquista do voto.

História
“As palavras fazem muita diferença. Se a gente chama de conquista ou de concessão, na verdade, você está colocando alguém nos bastidores ou apagando a memória. Eu sou favorável a contar essa história como conquista”, afirmou a pesquisadora.

Presente ao lançamento do livro, a deputada Creuza Pereira (PSB-PE) destacou que o livro contribui para o debate sobre a participação feminina na política. Segundo a deputada, é preciso envolver as pessoas nessa discussão desde cedo.

“Na escola, a gente tem de ensinar desde cedo a participar das lutas da escola, das lutas da comunidade, assim por diante. Não é preciso que ela pense necessariamente em ser deputada, em ser vereadora. Ela deve ser plena no lugar em que ela estiver”, disse a parlamentar.

Quem se interessar em saber mais sobre a luta por esse direito pode comprar o livro O Voto Feminino no Brasil, de Teresa Cristina de Novaes Marques, pelo site livraria.camara.leg.br. Ele custa R$12, mas a versão online pode ser baixada gratuitamente, no mesmo endereço eletrônico.
Reportagem - Paula Bittar
Edição – Roberto Seabra



 

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