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15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Líder da Minoria defende unidade para combater pautas do governo Temer - Jornal Brasil em Folhas
Líder da Minoria defende unidade para combater pautas do governo Temer


A primeira tarefa da Minoria, neste ano, é manter a unidade para combater a pauta do governo Michel Temer, que visa retirar direitos sociais e trabalhistas. A afirmação é do líder da Minoria, deputado Weverton Rocha (PDT-MA), que assumiu o cargo na semana passada.

Para Rocha, mesmo com um ano legislativo mais curto, afetado pelo calendário eleitoral, a oposição tem que estar atenta aos movimentos do governo. “É um ano curto, mas perigoso”, disse.

Entre as prioridades da Minoria no ano estão o combate à privatização da Eletrobras, que está sendo debatida na Câmara (PL 9463/18) e a reforma da Previdência, que apesar de ter saído de pauta, ainda não foi abandonada pelo governo. “A gente sabe que por questão estratégica o governo apenas recuou, mas ela está aí, a qualquer momento ela pode vir para o Plenário”, afirmou.

Aos 38 anos, Rocha está no segundo mandato de deputado federal. Natural de Imperatriz (MA), ele iniciou a vida política no movimento estudantil. É filiado ao PDT desde 1996 e antes de entrar na Câmara ocupou cargos no governo do Maranhão.

Leia abaixo a entrevista concedida pelo novo líder à Agência Câmara.

Deputado, quais são as prioridades da bancada?
Primeiro, manter a unidade. Nós vivemos um momento difícil do Brasil. Vamos dar continuidade a ações de combate ao governo Temer. Nós estamos vigilantes para pautas difíceis, como a questão das privatizações no caso da Eletrobras, a [reforma da] Previdência, que a gente sabe que por questão estratégica o governo apenas recuou, mas ela está aí, a qualquer momento ela pode vir para o Plenário. Então, precisamos estar atentos para que dentro do Plenário não deixemos passar matérias que retirem direitos do nosso trabalhador.

Quais são as expectativas em relação à pauta deste ano?
Nós estamos num ano eleitoral. É um ano curto, mas perigoso, porque claro que vão ter vários movimentos, como o da intervenção da segurança pública no Rio de Janeiro, que tentam de alguma maneira passar para a sociedade, ou para a grande maioria, que o governo agora está preocupado com o povo, que está preocupado em resolver os problemas. Então, a gente vai estar muito atento às pautas, porque sabemos que enquanto eles estão trabalhando, estão com certeza tramando para tirar algum direito do trabalhador.

E em relação à pauta econômica, como a Minoria vai lidar com ela neste ano?
Nós temos uma pauta difícil. Doze milhões de desempregados, juros absurdos – hoje a classe trabalhadora não aguenta mais pagar quase 300% ao ano de juros do cartão de crédito. A política econômica do governo taxa o trabalhador. Quem está sendo chamado para pagar esse déficit [público] é justamente o menor, que paga mais imposto. Para você ter uma ideia, os seis homens mais ricos do Brasil possuem fortuna maior do que a metade do nosso povo brasileiro. Nós sabemos que a equipe comandada pelo [Henrique] Meirelles não olha para o social. É uma equipe que todo tempo quer dar satisfação para o mercado internacional. Por isso, precisamos estar vigilantes. A questão da economia vai ter que ser discutida de forma muito mais profunda.

 

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