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 Interesses econômicos atentam contra saúde nas Américas, segundo a Opas - Jornal Brasil em Folhas
Interesses econômicos atentam contra saúde nas Américas, segundo a Opas


A diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Carissa Etienne, na XII Conferência Regional de Mulheres da América Latina e do Caribe, em Santo Domingo, em 15 de outubro de 2013

Interesses econômicos atentam contra a saúde das pessoas nas Américas, advertiu a diretora da Opas, Carissa Etienne, ao pedir mais regulação para prevenir as doenças não transmissíveis, principal causa de morte no mundo.

Diante do conselho permanente da OEA, a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) defendeu, na segunda-feira, superar os obstáculos da indústria para frear o avanço de doenças crônicas, como o câncer, os problemas cardiovasculares, a diabetes e as doenças respiratórias.

As evidências mostram que as políticas regulatórias (...) podem ter um impacto maior em prevenir e controlar as doenças não transmissíveis que as políticas do setor da saúde sozinhas. Mas a interferência da indústria, assim como os interesses comerciais e econômicos, impediram a implementação de políticas fiscais e regulatórias em favor da saúde.

Etienne destacou o aumento de impostos sobre o tabaco como a intervenção mais eficiente para reduzir o tabagismo, e fez um chamado a seguir o exemplo do Uruguai de pôr regulações mais fortes.

O Uruguai foi pioneiro em 2006 em proibir fumar em espaços públicos e ganhou um litígio histórico por suas leis antitabaco contra a gigante Philip Morris International (PMI) em 2016.

Elogiou, ainda, os impostos às bebidas com açúcares no México, Barbados e Dominica, e a promoção de dietas saudáveis através de informações nos rótulos de alimentos no Chile e Equador.

A saúde das pessoas deve estar na frente do lucro, disse aos embaixadores da Organização dos Estados Americanos (OEA), ao instá-los a garantir normas para reduzir as doenças não transmissíveis.

Os avanços nesse campo dependem do compromisso político, em particular dos governos nacionais, trabalhando de forma multissetorial para pôr a saúde das pessoas em primeiro lugar, antes da política, do lucro e da promoção pessoal, afirmou.

Mais de 200 milhões de pessoas nas Américas sofrem de doenças não transmissíveis, que segundo a Opas podem ser prevenidas com o combate ao tabagismo, ao consumo nocivo de álcool, ao sedentarismo e à alimentação pouco saudável.

 

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