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23 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 “O dia em que a Record for assumir o primeiro lugar, sei que será em um domingo”, diz Rodrigo Faro - Jornal Brasil em Folhas
“O dia em que a Record for assumir o primeiro lugar, sei que será em um domingo”, diz Rodrigo Faro


Isabel Rodrigues - AE

Este pode ser “o ano” do apresentador Rodrigo Faro. Prestes a completar dois anos à frente do dominical “Hora do Faro”, na Record, ele comemora os bons índices de audiência do programa, que vem batendo recordes, na casa dos 11 pontos de média. “Estou vivendo um sonho”, diz ele, referindo-se principalmente ao fato de a atração conseguir ficar em primeiro lugar em vários momentos.
O trabalho, segundo Faro, é duro. E a concorrência, acirrada, pois envolve figuras consagradas como Silvio Santos, Eliana e Fausto Silva. Para Rodrigo, o maior desafio na profissão é se reinventar.
Pode estar aí o segredo do seu sucesso. “O dia em que a Record for assumir o primeiro lugar, sei que será em um domingo”, vislumbra.
Acompanhe a entrevista completa.

Você achou que fosse ser tão bem-sucedido na função de apresentador dominical?
RODRIGO FARO ? Entrei na Record em 2008. Completo em maio só dois anos à frente de um programa aos domingos. Às vezes eu me surpreendo por ter chegado até aqui. Fecho os olhos e agradeço, não peço mais nada. Conquistei muita coisa em pouco tempo. Peço saúde para continuar trabalhando. Agora preciso manter isso tudo, tentar crescer. E não é fácil concorrer com tanta gente boa. Com Fausto Silva e Silvio Santos, que são meus ídolos. E eu trabalho duro, não paro.

O que o público ainda pode esperar do ‘Hora do Faro’ neste ano?
RODRIGO ? Temos cenário novo e acabamos de estrear quadros novos também, e temos mais cinco prontos. O tempo todo temos de exibir coisas novas.

Isso significa que o programa gravado e não ao vivo pode dar certo?
RODRIGO ? Time que está ganhando não se mexe. Tem que deixar do jeito que está. O que eu quero agora é sempre buscar quadros novos, não deixar o programa cair na mesmice. A concorrência é muito grande. Olho para o lado e vejo Silvio Santos, Faustão, Eliana, o jogo de futebol... Então é uma responsabilidade muito grande, mas eu estou feliz. E muito surpreso pelos resultados que temos conquistado nestes dois últimos anos.

O que não pode mudar no programa?
RODRIGO ? Meu jeito de apresentar, de brincar, de manter meu público. O segredo sempre foi dar a minha cara para a história que vou contar. A parte mais difícil é tentar fazer algo diferente do que os concorrentes vêm fazendo.

Você buscou inspiração em algum apresentador para fazer seu trabalho?
RODRIGO ? Não. O apresentador tem de ser ele mesmo. Não adianta buscar uma fórmula pronta ou uma maneira de apresentar. O mesmo Rodrigo que está em casa com as meninas é o que aparece na televisão. Esse é segredo. Mas eu tenho vários ídolos. Meus dois maiores são Chacrinha e Silvio Santos. Mas adoro Faustão, Gugu, Luciano Huck, esses são amigos meus.
O Celso Portiolli, do SBT, tem feito quadros de namoro como o ‘Se Virar Tem que Beijar’. Você ficou bem marcado por promover esse tipo de atração em seus programas. O que acha disso?
RODRIGO ? Eu assisti já, é bem legal. Olha, eu não fui o inventor de namoro na televisão. Isso é um ‘date show’ dos Estados Unidos da década de 70. E o Silvio já tinha feito ‘Namoro na TV ‘ há anos. O Celso está fazendo um programa muito legal, eu o acho ótimo. Ele está se divertindo, é um programa que está dando audiência, acho o máximo. Não posso dizer que está me copiando porque é mentira. Todo mundo faz. Eu fiz de uma maneira, do meu jeito engraçado, e isso chamou a atenção.

O que gosta de fazer no tempo livre?
RODRIGO ? Às sextas-feiras, quando o relógio marca 17 horas, eu vou embora para casa. Não saio de lá até segunda-feira de manhã. É meu melhor momento, é a hora que estou com minha mulher, Vera (Viel) e minhas filhas (Maria, Clara e Helena), estou com as minhas mulheres. Fico à disposição delas. É o que eu gosto de fazer e o que melhor sei fazer, que é ser pai. Se eu não tivesse isso, não conseguiria cumprir o ritmo de trabalho e a agenda que tenho. E, quando não estou em casa, tenho a melhor mulher do mundo para cuidar das minhas filhas.

Qual acha que seja o maior desafio na sua profissão?
RODRIGO ? É se reinventar. Fazer um programa que tenha emoção, informação, entretenimento, juntar tudo isso e fazer com que o espectador fique na frente da televisão por quatro horas.

A audiência é o que mais importa para você?
RODRIGO ? Não existe um apresentador hoje no Brasil que não viva de audiência. É o que traz o faturamento, o prestígio. É óbvio que não posso fazer tudo pela audiência. Se você se vender pela audiência, você vai perder sua imagem. Eu tenho uma preocupação muito grande com isso, porque tenho uma imagem junto às pessoas, junto ao mercado publicitário... Não posso fazer coisas que eu não acredite ou fazer tudo pelos índices em detrimento do bom programa, do programa familiar. O espectador tem de ser respeitado. Posso ser irreverente, alegre, mas tem um limite.

Você é um dos principais motivos de a Record ter alcançado uma posição mais nobre junto ao público. Sente-se envaidecido por isso?
RODRIGO ? Envaidecido, não, me sinto orgulhoso. É um trabalho em conjunto, um trabalho em equipe. O domingo é muito forte. Tornou-se o dia de maior audiência. E é o dia em que a Globo não tem novela. O dia em que a Record for assumir o primeiro lugar, sei que será em um domingo.

Sente-se preparado para isso?
RODRIGO ? Opa! A gente ‘belisca’ meia hora, quarenta minutos, uma hora de liderança. Isso é maravilhoso. É uma sensação de dever cumprido.

 

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