Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Oct de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Major cardiologista do Hospital da PM no Rio é preso por cobrar propina - Jornal Brasil em Folhas
Major cardiologista do Hospital da PM no Rio é preso por cobrar propina


O major da Polícia Militar e cardiologista do Hospital Central da Polícia Militar (HCPM) João Alexandre Assad foi preso na manhã de sexta-feira (23), acusado de cobrar propina de empresários para direcionar contratos de fornecimento de stents – tubos de metal usados para expandir artérias e normalizar o fluxo sanguíneo para o coração – para a unidade de saúde. A informação foi divulgada na noite de ontem (24) pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).

A prisão foi feita por agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), e da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE), da Secretaria de Estado de Segurança (Seseg). A denúncia aponta que, em 2013, Assad cobrou R$ 2 mil por unidade de stent fornecido pela empresa Vide Bula. A licitação teve valor total de R$ 1,1 milhão, para a compra de 127 stents farmacológicos e 90 stents convencionais.

Assad teria recebido R$ 434 mil em propina nesse contrato e teria se oferecido para assinar um laudo em que atestaria a qualidade superior do produto da empresa, o que poderia direcionar outras licitações. Depois, disso, em meados de 2014, o major assinou tal laudo e a Vide Bula foi contratada novamente, por adesão a uma ata de registro de preços, para fornecer 297 stents farmacológicos, com valor total de R$ 2,1 milhões, e pagamento de R$ 2 mil de propina por stent fornecido a Assad.

Segundo o MPRJ, o major foi denunciado duas vezes pelo crime de corrupção passiva. A empresa Vide Bula já havia sido investigada pelo Gaeco por participação em um esquema de fraudes em contratos do Fundo de Saúde da Polícia Militar (Fuspom). Na ocasião, o contrato previa o fornecimento de insumos hospitalares sem a licitação devida, para hospitais da Polícia Militar.

Entre 2015 e 2017, o MPRJ ofereceu 13 denúncias à justiça comum e também à Auditoria de Justiça Militar, decorrente de investigações sobre uma organização criminosa com a participação de oficiais que teria se instalado no Estado-Maior da Polícia Militar e nas unidades médico-hospitalares da corporação para fraudar licitações.

Edição: Lidia Neves

 

Últimas Notícias

BNDES empresta R$ 30 milhões para empresa de água de Manaus
Comércio do Rio poderá contratar 10,3 mil temporários para o natal
Aneel aprova reajuste de tarifa a consumidores de GO e interior de SP
Petrobras e chinesa CNPC avançam em acordo para retomar Comperj
Aprovado pela Aneel, aumento nas contas de luz da CEB está suspenso
BNDES dá início a processo de privatização de companhia elétrica do AP
Dólar fecha em queda e Bovespa sobe 2,83%
Senado rejeita projeto sobre venda de distribuidoras da Eletrobras

MAIS NOTICIAS

 

Equipe de transição deve ser definida hoje à tarde, diz Caiado
 
 
ONS vai reforçar ações de segurança energética nas eleições e no Enem
 
 
Inflação medida pelo INPC sobe para 0,30% em setembro
 
 
Universidades particulares terão disciplina sobre primeira infância
 
 
Com Enem, horário de verão começa no dia 18 de novembro
 
 
Governo anuncia recursos de R$ 600 milhões para o ensino médio

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212