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16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Washington expulsa 60 diplomatas da Rússia dos Estados Unidos - Jornal Brasil em Folhas
Washington expulsa 60 diplomatas da Rússia dos Estados Unidos


O presidente Donald Trump assinou hoje (26) uma ordem de expulsão de 60 funcionários de inteligência e diplomatas russos em retaliação ao envenenamento de um ex-expião russo na Inglaterra. Os oficiais expulsos estavam à serviço da Rússia em Nova York e na capital Washington. A ordem também determina o fechamento de um consulado russo, na cidade de Seattle, estado de Washington, no noroeste do país.

A missão russa na sede das Nações Unidas em Nova York teve 12 diplomatas expulsos, e 48 representantes diplomáticos da embaixada russa em Washington fazem parte da lista de expulsões.

O governo norte-americano justificou que os nomes constantes na lista são de pessoas que trabalham a serviço de operações secretas de inteligência da Rússia, que minam a segurança nacional dos Estados Unidos.

Funcionários da secretaria de Estado norte-americana, ouvidos por veículos locais, como Washington Post e CNN, afirmaram que o consulado em Seattle teria recebido a ordem de fechamento porque o governo Trump acredita que o local funcionava como um centro de inteligência russo.

Diplomatas entrevistados em anonimato afirmaram que as expulsões são uma resposta adequada do governo norte-americano ao envenenamento do ex-espião, Sergei Skripal, e de sua filha Yulia.

Os Estados Unidos seguiram o mesmo padrão de alguns países europeus que já haviam ordenado expulsões do corpo diplomático por causa do incidente na Grã-Bretanha.

A expulsão dos 60 diplomatas é a maior desde 1986, quando o então presidente republicano Ronald Reagan expulsou 55 diplomatas da Rússia.

Antes de terminar o mandato, o ex-presidente Barack Obama havia expulsado 35 funcionários da Rússia, após acusar o governo russo de interferência nas eleições norte-americanas, para prejudicar a campanha democrata de Hillary Clinton.

As denúncias de interferência russa que teriam favorecido Donald Trump ainda não foram esclarecidas.

Edição: Valéria Aguiar

 

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