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20 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Britânico condenado à perpétua por recrutar crianças para exército extremistas - Jornal Brasil em Folhas
Britânico condenado à perpétua por recrutar crianças para exército extremistas


A Justiça britânica condenou nesta terça-feira (27) à prisão perpétua um homem por tentar recrutar em uma escola islâmica onde era professor um exército de crianças para cometer ataques terroristas.

Umar Ahmed Haque, um britânico de 25 anos, cumprirá no mínimo uma pena de 25 anos de prisão após ser considerado culpado por um tribunal de Londres de tentar radicalizar dezenas de crianças para que cometessem ataques em Londres.

Haque, originário do leste da capital britânica, exibia em uma escola religiosa (madraçal) vídeos de violência terrorista extrema e fazia com as crianças brincadeiras de papéis de terroristas nas quais apunhalavam policiais.

Dois cúmplices seus, Abuthaher Mamun, de 29 anos, e Muhammad Abid, de 27, foram condenados a 13 e 4 anos de prisão, respectivamente.

Comemoro as sentenças de hoje, que garantem que três homens cúmplices que conspiravam para radicalizar crianças vulneráveis e as usavam para atacar estabelecimentos e comunidades em Londres estão agora na prisão, declarou Dean Haydon, da polícia metropolitana de Londres.

Haque queria orquestrar muitos ataques usando armas, facas, bombas e grandes carros para matar pessoas inocentes, acrescentou.

Em uma mensagem por telefone divulgada no julgamento, Haque disse a Abib que estava usando seu cargo de administrador da madraçal Lantern of Knowledge, no leste de Londres, para radicalizar 16 crianças.

A investigação revelou que, na realidade, Haque tentou radicalizar 55 menores, de entre 11 e 14 anos, enquanto trabalhava em uma mesquita.

Quando agentes especializados falaram com as crianças, estas descreveram como Haque mostrava terríveis vídeos de violência extrema, incluindo execuções, explicou Haydon.

Explicaram à Polícia que Haque lhes fazia brincar de policiais e terroristas, e as crianças que se faziam de terroristas tinham que apunhalar os policiais até matá-los, acrescentou.

 

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