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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Laboratório espacial chinês cai mais lentamente que o previsto (ESA) - Jornal Brasil em Folhas
Laboratório espacial chinês cai mais lentamente que o previsto (ESA)


O laboratório espacial chinês que se dirige atualmente à Terra cai mais lentamente do que o previsto em um primeiro momento e poderá entrar na atmosfera terrestre na manhã de segunda-feira, informou neste sábado a Agência Espacial Europeia (ESA).

A agência, que monitora o deslocamento do Tiangong-1 (Palácio Celeste 1), havia estimado anteriormente uma janela de queda compreendida entre o sábado às 12H00 GMT (08 horas da manhã pelo horário de Brasília) e o domingo à tarde.

A queda na Terra deste módulo espacial fora de controle não deveria provocar danos e oferecerá um espetáculo esplêndido similar a uma chuva de meteoritos, afirmaram as autoridades espaciais chinesas.

Em um comunicado publicado neste sábado, a ESA de uma nova janela de tempo, entre domingo à tarde e a manhã de segunda-feira da hora universal, explicando que a queda do Tiangong-1 se desacelerou devido a uma meteorologia espacial mais tranquila.

Uma torrente de partículas solares deveria ter aumentado a densidade nas altas capas da atmosfera e precipitar a queda do laboratório espacial. Mas não houve o efeito previsto, segundo a ESA.

Entretanto, sua janela de entrada na atmosfera continua sendo altamente variável, ressaltou. Também persiste a incerteza sobre o lugar onde poderão cair os eventuais restos.

As pessoas não precisam se preocupar, afirmou na quinta-feira o Departamento de Engenharia Espacial Tripulada da China (CMSEO) em sua conta na rede social WeChat. Essas naves espaciais não caem na Terra violentamente como nos filmes de ficção científica.

Este laboratório foi colocado em órbita em setembro de 2011 e estava programado para fazer uma entrada controlada na atmosfera, mas deixou de funcionar em março de 2016, gerando preocupação por sua queda.

A probabilidade de uma pessia ser atingida por um objeto espacial de mais de 200 gramas é de uma em 700 milhões, segundo a CMSEO.

 

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