Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


20 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Economia maranhense continua crescendo em 2018, aponta Imesc - Jornal Brasil em Folhas
Economia maranhense continua crescendo em 2018, aponta Imesc


O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) lançou, na última quarta-feira (28), o Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense, referente ao primeiro trimestre do ano. De acordo com o levantamento, a retomada da atividade econômica no Maranhão observada em 2017 continua em 2018. As projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) local são de crescimento de 3,5% este ano.

A publicação faz uma ampla análise sobre a dinâmica da economia maranhense e dos cenários nacional e internacional.

Sobre a projeção para o crescimento do PIB Maranhense, houve uma reavaliação para 4,8% em 2017 e para 3,5% em 2018. O PIB maranhense de 2017, calculado pelo IMESC em convênio com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado somente em novembro de 2019.

Ainda segundo o documento, para o país, a expectativa de crescimento do PIB é de 2,5% em 2018.

Incentivo à produção

O crescimento do Valor Adicionado Bruto do Setor Agropecuário, estimado com base nas informações do Levantamento Sistemático da Produção Agropecuária (LSPA/IBGE), deve ter sido responsável por 80% do crescimento do PIB maranhense em 2017, o que confirma o acerto das políticas públicas de adensamento das cadeias produtivas agroindustriais e de inclusão sócio-produtiva, que vêm maximizando o desempenho da economia maranhense.

Entre outros pontos positivos, houve ainda, em 2018, segundo o LSPA/IBGE, o aumento esperado da produção de grãos no Estado, que deverá atingir 16,1%, contribuindo com 1,0 ponto percentual para o PIB projetado.

Ainda segundo o boletim, o Maranhão, ao lado de Estados como Ceará, Piauí e Mato Grosso, estão entre as unidades da Federação que investiram em 2017 pelo menos 10% da receita corrente líquida.

Aporte financeiro

O presidente do Imesc, Felipe de Holanda, ressalta que, em cenário de colapso dos gastos do Governo Federal e dos repasses do sistema financeiro público, um dos aspectos cruciais para que estes Estados mantenham o esforço de investimentos em infraestrutura, segurança contra a mudança climática e em aprimoramento das capacidades governativas, dependerá da capacidade de reorganização dos padrões de financiamento.

De acordo com o economista, o ideial seria permitir o acesso ao financiamento externo, a partir de instituições multilaterais – como Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Banco dos Brics, Fundo Amazônia, dentre outros).

“Esta agenda envolve a constituição, por exemplo, de um Fundo de Aval Soberano, formado a partir do acúmulo de reservas internacionais pelo Tesouro Nacional, e destinado a permitir que os estados possam utilizar integralmente as margens existentes para operações de financiamento externo, nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal e do Programa de Ajuste Fiscal, do Ministério da Fazenda”, acrescenta Felipe de Holanda.

Para o presidente do Imesc, a agenda considera, também, a oportunidade de empreender, com base em diagnósticos territoriais regionalizados, uma “reavaliação estratégica do direcionamento dos recursos aplicados pelos fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-oeste, além dos Fundos de Desenvolvimento a eles acoplados, no que tange aos objetivos da criação de empregos, geração de renda, inovações e novas bases tributárias dinâmicas”, pontuou.

Cenário Nacional

Os dados recentes confirmam a continuidade da retomada da atividade econômica no Brasil, embora em ritmo ainda lento. Segundo o IBGE, o PIB cresceu 1,1% em 2017, depois de 7% de queda acumulada no biênio recessivo 2015-16.

Pelo lado da oferta, o destaque foi a Agropecuária, com expansão de 13%, devido à safra recorde. A indústria ficou estável, após encolher por três anos, e os serviços avançaram 0,3%.

A expectativa média de mercado (Boletim Focus, do Banco Central, em 23/03) é de que o PIB brasileiro deve crescer 2,5% em 2018, em lenta recuperação, favorecida pela deflação dos alimentos e pelos juros básicos em 6,5% (pode cair até 6,0%, a depender do ritmo de diluição do bônus agropecuário nos próximos meses).

Boletim

O Boletim de Conjuntura Econômica Maranhense é uma das linhas de pesquisa do Imesc, instituição que reúne, sistematiza e analisa informações sobre a realidade socioeconômica do Estado do Maranhão. O documento é um importante aliado de análise para o Planejamento Econômico do Estado, auxiliando pesquisadores, acadêmicos, empresários, trabalhadores e potenciais investidores.

A íntegra da publicação pode ser acessada no site do Instituto, no endereço eletrônico: imesc.ma.gov.br.

 

Últimas Notícias

Atos em Brasília marcam os 50 anos da Receita Federal
Temer pede que brasileiros reflitam sobre questão racial
Grafiteira faz mural de 500 m2 no Rio para homenagear mulheres negras
Dia da Consciência Negra é comemorado no Rio com homenagem a Zumbi
Estados poderão decidir se darão aulas a distância no ensino médio
Moro escolhe delegados da Lava Jato para PF e departamento do MJ
Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem
PF prende suspeitos de ligações com facções criminosas em sete estados

MAIS NOTICIAS

 

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
 
 
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
 
 
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
 
 
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
 
 
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
 
 
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212