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 Crescimento das importações diminui saldo da balança comercial em março - Jornal Brasil em Folhas
Crescimento das importações diminui saldo da balança comercial em março


O crescimento das importações, decorrente da recuperação da economia, reduziu o saldo da balança comercial em março. Segundo dados divulgados há pouco pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), o país exportou US$ 6,281 bilhões a mais do que importou no mês passado, queda de 12% em relação ao resultado positivo de US$ 7,136 bilhões em março de 2017.

Com o resultado de março, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 13,952 bilhões nos três primeiros meses de 2018, valor 3,1% inferior ao do mesmo período do ano passado. Apesar da retração, o indicador acumula o segundo melhor resultado da história, tanto para meses de março quanto para o primeiro trimestre.

No mês passado, as exportações somaram US$ 20,089 bilhões, alta de 9,6% em relação a março de 2017 pelo critério da média diária. O destaque foram as vendas de semimanufaturados, que cresceram 16,8% sobre o mesmo mês do ano passado, graças às vendas de zinco bruto (alta de 95,5%), celulose (+92,1%) e ligas de ferro (48,3%).

As exportações de produtos básicos aumentaram 8,4% na mesma comparação, impulsionadas pelos embarques de milho em grão (168,5%), fumo em folhas (127,2%) e petróleo bruto (41,7%). As vendas de produtos manufaturados subiram 8,3%, com destaque para óleos combustíveis (+149,7%), suco de laranja não congelado (+120,2%) e tubos de ferro fundido (+99,4%).

As importações somaram US$ 13,809 bilhões, com alta de 16,9% em relação a março do ano passado pelo critério da média diária. As compras de combustíveis e lubrificantes cresceram 46,5% sobre o mesmo mês do ano passado. As importações de bens de capital (máquinas e equipamentos usados na produção) aumentaram 20,5%. As compras de bens de consumo subiram 16,4%; e as compras de bens intermediários, 12,2% na mesma comparação.

Em 2017, a balança comercial fechou o ano com superávit recorde de US$ 67 bilhões, beneficiado pela supersafra e pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional). Para este ano, o Mdic projeta superávit menor, em torno de US$ 50 bilhões, por causa da estabilização do preço dos bens primários e da recuperação da economia, que impulsiona as importações.

Edição: Davi Oliveira

 

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