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20 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Laboratório britânico diz não ter provas de que gás neurotóxico seja russo - Jornal Brasil em Folhas
Laboratório britânico diz não ter provas de que gás neurotóxico seja russo


O chefe do laboratório militar britânico de Porton Down, Gary Aitkenhead, afirmou que não foi possível determinar que o agente neurotóxico usado para envenenar o ex-espião russo Serguei Skripal proceda da Rússia.

Fomos capazes de identificar que se trata de Novichok, de identificar que foi um agente neurotóxico de tipo militar, afirmou em uma entrevista à Sky News nesta terça-feira (3).

Mas não identificamos sua origem exata, acrescentou.

Ele disse ainda que o governo britânico utilizou várias outras fontes para chegar a suas conclusões, segundo as quais a Rússia seria a responsável pelo ataque, algo que Moscou nega enfaticamente.

Nosso trabalho é proporcionar provas científicas para identificar o agente neurotóxico em questão, mas não é trabalho nosso dizer onde foi produzido, explicou Aitkenhead.

Ele considerou, no entanto, que sua fabricação necessita de métodos extremamente complexos, algo que apenas um ator estatal tem capacidade para fazer.

O cientista desmentiu, por outro lado, as acusações de Moscou, segundo as quais o agente neurotóxico poderia proceder justamente do laboratório militar britânico.

É totalmente impossível que proceda de nós ou tenha saído de nosso laboratório, enfatizou.

- OPAQ é acionada -

Diante das acusações de Londres, Moscou solicitou uma reunião à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ) para tratar das alegações britânicas.

O presidente do Conselho Executivo recebeu um pedido do representante permanente da Rússia para convocar uma reunião extraordinária em relação ao incidente de Salisbury (Inglaterra), segundo o documento.

Esta reunião, que será realizada nesta quarta-feira, na sede OPAQ em Haia, foi definida por Londres como tática de distração.

Essa iniciativa russa é uma nova tática de distração, que visa a dificultar o trabalho da OPAQ, declarou o Ministério das Relações Exteriores, em um comunicado.

O presidente russo Vladimir Putin declarou nesta terça esperar que a reunião da OPAQ ponha um ponto final na questão.

Causa surpresa a velocidade com que se lançou uma campanha antirrussa motivada pelo incidente, afirmou Putin, em visita à Turquia. Espero que isso (a reunião) permita por um ponto final na questão, acrescentou.

Serguei Skripal foi envenenado juntamente com a filha, Yulia, no dia 4 de março em Salisbury com um agente derivado, segundo as autoridades britânicas, de um programa químico do período soviético.

Londres considera que a responsabilidade de Moscou neste caso é a única explicação plausível.

O chanceler russo, Serguei Lavrov, por sua vez, insinuou na segunda que Londres pode estar por trás do envenenamento, ao afirmar que o caso ajuda o país a criar uma distração para os problemas ao redor do Brexit.

A justiça britânica autorizou em 22 de março a coleta de amostras de sangue dos Skripal, o que deve permitir que a OPAQ realize a própria análise da substância utilizada no envenenamento. Londres afirma que é um agente da família Novichok.

O incidente de Salisbury provocou uma das piores crises diplomáticas entre Moscou e o Ocidente desde a Guerra Fria.

A troca de acusações levou à expulsão recíproca de cerca de 300 diplomatas das partes envolvidas e países aliados.

 

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