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20 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Governo apresenta queda de 27% no número de mortes de jovens em áreas atendidas por programas estaduais de prevenção - Jornal Brasil em Folhas
Governo apresenta queda de 27% no número de mortes de jovens em áreas atendidas por programas estaduais de prevenção


Em Minas Gerais, os programas de prevenção à criminalidade, desenvolvidos pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), são exemplos de que contra o crime este é o melhor caminho.

De acordo com um estudo do Observatório de Segurança Pública Cidadã, nas áreas do estado onde houve atuação específica de dois programas – Fica Vivo! e Mediação de Conflitos - houve redução de 27% nas mortes de jovens de 12 a 24 anos.

Isso acontece porque a política é construída através do diálogo com os moradores dos territórios de atuação. “É uma política voltada para o público e construída com o público. Esse é o grande ganho da prevenção em Minas”, destacou a subsecretária de Prevenção à Criminalidade da Sesp, Andreza Gomes, na abertura do evento, nessa quarta-feira (4/4).

Fica Vivo!

O Fica Vivo! atende, em média, 10 mil jovens por mês, na faixa etária dos 12 a 24 anos, em 400 oficinas diversas: capoeira, música, cabelo, basquete, entre outras. O programa busca levar o jovem a encontrar outras escolhas para a sua vida que não seja a criminalidade.

Mediação de Conflitos

O Mediação de Conflitos atende uma média de 20 mil pessoas por mês e promove resolução pacífica de conflitos sociais. Por meio do programa, brigas entre vizinhos, pais, filhos, cônjuges e demais questões familiares são solucionadas através do diálogo, sem a necessidade do uso da violência.

Os programas ultrapassam as fronteiras do local em que acontecem as atividades e passam a fazer parte da vida das pessoas atendidas e de suas famílias. Valéria Silva é oficineira do Centro de Prevenção à Criminalidade (CPC) Ribeiro de Abreu, na Região Norte da capital mineira, e desenvolve uma oficina que trabalha o cabelo como uma questão de identidade. Durante a atividade, ela consegue trabalhar com as adolescentes participantes muitas outras questões, que vão desde o empoderamento feminino até as dúvidas da puberdade.

“Eu não moro na comunidade, mas eu faço parte dela. As meninas e as famílias me procuram pedindo ajuda sobre diversos assuntos”, conta Valéria.

O seminário

Pensando nesses casos e em como a questão da violência é dinâmica, de forma que as intervenções têm que ser sempre modificadas, para que se consiga realmente dialogar com a comunidade, Belo Horizonte está recebendo o Seminário Estadual da Política de Prevenção à Criminalidade.

Com o tema “A naturalização da violência e os Desafios para a Política de Prevenção Social à criminalidade”, o evento fomenta o aprimoramento contínuo das ações e intervenções da política de prevenção junto às instituições parceiras.

Com um público médio de 500 pessoas, incluindo gestores, oficineiros, administrativos e técnicos dos CPC´s, da capital e do interior, que lidam diretamente com a população atendida, o evento traz palestras, mesas temáticas e capacitações internas durante os dois dias de evento, 4 e 5 de abril.

O jovem Daniel Dias é participante da oficina de capoeira do CPC Rosaneves, em Ribeirão das Neves, e participou de uma apresentação realizada na abertura. Ele destaca como o Fica Vivo! mudou a sua vida em pouco tempo.

“Eu entrei no programa este ano. Ficava andando pelas ruas, porque nessa crise não tem emprego. Agora, eu participo das atividades, das apresentações, faço amizades e conheço novos lugares”, diz.

Presp e Ceapa

Além do Fica Vivo! e Mediação de Conflitos, a Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade desenvolve o programa Central de Acompanhamento de Alternativas Penais (Ceapa) e o Programa de Inclusão Social de Egressos (Presp).

O Presp atende aproximadamente 3.500 egressos por mês e constrói, com eles, uma nova trajetória de vida. Já a Ceapa trabalha com a responsabilização de pessoas que cometeram pequenos delitos e busca fazer com que essa responsabilização seja efetiva e tenha sentido para o envolvido.

 

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