Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


20 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Minas propõe a criação do Grupo Permanente de Estudos para a cadeia produtiva de lácteos - Jornal Brasil em Folhas
Minas propõe a criação do Grupo Permanente de Estudos para a cadeia produtiva de lácteos


O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), iniciou os procedimentos para a criação do Grupo Permanente de Estudos Estratégicos para a cadeia produtiva de lácteos no estado.

A minuta que vai embasar a elaboração do decreto governamental foi apresentada pelo secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leitão, durante o workshop “Composição de preço de referência para o leite e a reformulação da política de incentivos à produção e à industrialização do leite em Minas Gerais”, realizado nesta terça-feira (3/4) na Cidade Administrativa.

O grupo permanente de estudos vai coordenar e validar o trabalho prévio de definição e divulgação mensal do “preço de referência” para a matéria prima – leite in natura a ser comercializado entre produtor e indústria.

Segundo o secretário de Agricultura Pedro Leitão, a criação de um preço de referência que possa balizar as negociações entre produtores e indústria é uma demanda antiga do setor.

“Este diálogo entre produtores, indústrias e Governo é fundamental para buscar estratégias e instrumentos que possam fortalecer a produção, a industrialização e o estímulo ao consumo de lácteos no estado, equacionar margens de ganhos sem privilégios ou penalidades a quaisquer dos segmentos envolvidos e propiciar um ambiente de maior profissionalização. É um passo muito importante que está sendo dado”, afirma.

O grupo também tem como função avaliar e revisar a legislação reguladora do setor e propor recomendações à Seapa e à Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) para o aprimoramento da referida legislação.

A atuação do grupo está prevista até que esteja formalmente constituído e atuante o Conselho Paritário de Produtores e Indústrias de laticínios do Estado de Minas Gerais (Conseleite), que será formado por representantes da indústria e da produção.

Reunindo representantes de toda a cadeia produtiva e pesquisadores, com o apoio das instituições vinculadas ao Sistema Operacional da Agricultura (Emater-MG e Epamig), o evento foi uma oportunidade para apresentar informações estratégicas de políticas de incentivo fiscal, de mercado e comercialização.

O encontro discutiu também as metodologias de composição do custo de produção de leite nas propriedades e de composição do preço de referência para o leite produzido e comercializado, que permita aos produtores melhor gestão de custos e profissionalização na atividade.

Benefício Fiscal

Durante o workshop, o secretário de Estado de Fazenda José Afonso Bicalho, também destacou a importância da abertura do diálogo para a construção de uma política tributária eficiente para o setor leiteiro.

Ele explicou os procedimentos estaduais que estão sendo realizados para convalidar os benefícios fiscais que o Estado confere hoje ao segmento. “É um setor que detém ampla concessão de benefícios, desde o produtor até o consumidor final e grande parte deles permanecerão em vigor até 2032”, afirmou Bicalho.

Desde 2002 o Estado adota uma política de incentivo tributário à produção e à industrialização do leite em Minas Gerais. Nesse regime especial, parte da receita que seria obtida, por meio da arrecadação fiscal junto a esses segmentos, é revertida ao produtor e parte é apropriada pela indústria, a título de crédito presumido.

Traduzindo em números, apenas com o crédito presumido oferecido ao setor lácteo, em 2016, o benefício atingiu o volume de R$ 720 milhões. Deste montante 2,5% ficaram com o produtor rural e 9,5% ficaram com a indústria.

“É um setor estratégico para a economia mineira, queremos fortalecer o produtor, a indústria, por isso é fundamental essa discussão para estabelecermos uma política que traga mais estabilidade e acerte distorções para que a cadeia produtiva seja fortalecida”, explicou o secretário de Fazenda. Bicalho ainda reforçou o cuidado do Estado em se evitar a ocorrência da importação ilegal de leite e dos produtos lácteos.

Os representantes dos segmentos da cadeia produtiva fizeram avaliação positiva do evento, ressaltando a importância do consenso sobre o tema e da soma de esforços para o fortalecimento da atividade no estado.

 

Últimas Notícias

Centro está preparado para lançamento de foguete após acidente
Cidades brasileiras integram programa de preservação de florestas
MP denuncia ex-marido de corretora assassinada no Rio
Bolsonaro segue estável e internado no Hospital Albert Einstein
Goiás entra para a elite dos Estados mais competitivos do País
Petrobras eleva gasolina em 2 centavos; diesel permanece inalterado
MME faz consulta sobre planejamento da transmissão de energia elétrica
Inadimplência do consumidor subiu 3,63% em agosto

MAIS NOTICIAS

 

Toffoli toma posse hoje na presidência do STF
 
 
Chanceler do Paraguai visita Brasil para negociar construção de pontes
 
 
Indústria recua em oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE em julho
 
 
Brasil amplia investimento em educação infantil, diz OCDE
 
 
México investiga caso de deputadas forçadas a renunciar
 
 
A série de ataques de 11 de Setembro completa 17 anos

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212