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 Parlamento de Mianmar confirma indicação de candidato presidencial de Suu Kyi - Jornal Brasil em Folhas
Parlamento de Mianmar confirma indicação de candidato presidencial de Suu Kyi


O candidato do partido de Aung San Suu Kyi para a presidência de Mianmar fez uma primeira aparição pública nesta sexta-feira para participar da votação na câmara baixa do Parlamento, que confirmou seu apoio.

Vestido com um longyi, uma saia tradicional utilizada por homens e mulheres em Mianmar, Htin Kyaw chegou ao Parlamento junto a Suu Kyi.

Com 274 votos, contra 29 para o candidato do partido no poder em fim de mandato, o USDP, a câmara baixa do Parlamento confirmou seu apoio a Htin Kyaw.

A Liga Nacional para a Democracia (LND), o partido de Suu Kyi, propôs na quinta-feira como candidato Htin Kyaw, um dos colaboradores mais próximos de Suu Kyi, como candidato à presidência de Mianmar.

Suu Kyi, de 70 anos, não pode se tornar presidente devido a um artigo da Constituição herdado da junta militar que exclui do cargo as pessoas que tenham filhos estrangeiros. Seus dois filhos possuem passaporte britânico.

A LND, que em novembro passado obteve uma vitória esmagadora nas primeiras eleições livres celebradas em Mianmar em 25 anos, tentou em vão durante meses modificar a postura dos militares, que seguem tendo um enorme poder neste paupérrimo país de 51 milhões de habitantes.

A discrição que rondou as discussões alimentou todo tipo de rumores, com nomes como os de um médico de família ou de uma antiga ajudante de Aung San Suu Kyi na lista de presidenciáveis.

Finalmente U Htin Kyaw, de 69 anos, foi o escolhido. Ele é filho de um famoso escritor e poeta e amigo de infância de Suu Kyi, para quem trabalhou como motorista quando a líder birmanesa não estava sob prisão domiciliar.

Htin Kyaw também ajuda Suu Kyi a dirigir sua organização beneficente.

Majoritária na câmara baixa do Parlamento, apesar da presença de um quarto de deputados militares não eleitos, a LND não teve dificuldades para que seu candidato fosse eleito. Ele deve substituir no início de abril o presidente em fim de mandato, Thein Sein, ex-general da junta encarregada da transição desde 2011.

Salvo surpresas, a câmara alta do Parlamento, também dominada pela LND, deve dar seu apoio a Htin Kyaw.

O prestígio de Aung San Suu Kyi, filha do general Aung San, herói da independência assassinado em 1947, é imenso em Mianmar.

Desde a auto-dissolução da junta militar e o estabelecimento de um governo semi-civil em 2011, o país se abriu com a libertação de centenas de presos políticos, liberdade de imprensa, abertura econômica... Um mini-revolução que permitiu o levantamento da maioria das sanções internacionais sobre o país.

 

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