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23 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 EUA sancionam agente musical e fotógrafo por laços com cartel mexicano - Jornal Brasil em Folhas
EUA sancionam agente musical e fotógrafo por laços com cartel mexicano


Os Estados Unidos sancionaram nesta sexta-feira (6) um importante agente musical e um fotógrafo de moda ítalo-venezuelano por seu laços com o Cartel Jalisco Nueva Generacíon (CJNG), uma poderosa organização de tráfico de drogas do México.

Jesús Pérez Alvear, de 33 anos, mais conhecido como Chucho Pérez e agente do intérprete de música nortenha Julión Álvarez, entre outros cantores, passou a integrar a lista de traficantes de drogas do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro por lavar dinheiro para esse cartel.

Miguel José Leone Martínez, de 38 anos e residente no México, também foi incluído nessa lista do OFAC por dirigir uma rede internacional de prostituição associada à gangue Los Cuinis, braço do CJNG.

A designação do OFAC congela todos os ativos de Pérez e Leone nos Estados Unidos e proíbe os americanos de fazer negócios com eles, declarou o Departamento do Tesouro em um comunicado.

Pérez é acusado de lavar dinheiro para o CJNG e também para Los Cuinis por meio de shows em grandes feiras mexicanas, como as de Aguascalientes e Metepec.

Sua empresa, Gallistica Diamante, conhecida como Ticket Premier, também foi designada pelo OFAC nesta sexta.

De acordo com o Departamento do Tesouro, Pérez promovia cantores do gênero musical narcocorridos, incluindo Julión Álvarez, nome artístico de Julio César Álvarez Montelongo, designado pelo OFAC em agosto de 2017 por seus vínculos com a organização de tráfico de drogas do chefe Raúl Flores, sócia de CJNG e Los Cuinis.

O cantor foi indicado ao Grammy no ano passado na categoria de Melhor Álbum Regional Mexicano por seu trabalho com sua nortenha banda Ni diablo ni santo. Vencedor de vários prêmios Lo Nuestro e Billboard de música mexicana e latina, Álvarez foi reconhecido por seu talento pelo presidente Enrique Peña Nieto em 2015.

Associado a Pérez, Leone pretendia ser um fotógrafo do mundo da moda, mas, na realidade, recrutava modelos e concorrentes de concurso de beleza da América do Sul e Europa como prostitutas para os chefes de Los Cuinis, disse o Departamento do Tesouro.

Leone foi preso em fevereiro de 2015 junto com um dos chefes de Los Cuinis, Abigael González Valencia, mas foi libertado aproximadamente um ano depois.

Desde junho de 2000, os Estados Unidos sancionaram mais de 2.000 pessoas e entidades sob a Lei de Designação de Chefes Estrangeiros de Narcóticos por seu papel no tráfico internacional de drogas.

 

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