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 Tese do paciente zero de aids é desmentida após 30 anos - Jornal Brasil em Folhas
Tese do paciente zero de aids é desmentida após 30 anos


Um comissário de bordo canadense designado em meados dos anos 1980 como tendo importado e difundido o vírus da aids para os Estados Unidos, chamado de paciente zero, na verdade não teria desempenhado esse papel - determinou uma equipe americana de pesquisadores.

Não há prova biológica, nem histórica, que o paciente zero foi o primeiro caso dos Estados Unidos, segundo o resumo de um estudo conduzido pelos pesquisadores da universidade de Tucson (Arizona, sudoeste) e apresentado durante uma conferência em Boston. As conclusões detalhadas ainda não foram publicadas.

Esta equipe, liderada pelo professor de biologia Michael Worobey, analisou o genoma do vírus contudo em oito amostras sanguíneas de pacientes americanos, fazendo parte dos nove genomas mais antigos já recuperados no mundo até hoje, coletados em 1978-1979, assim como o do paciente zero recuperado em 1983.

O comissário de bordo canadense Gaétan Dugas, foi designado pelo jornalista Randy Shilts em seu livro And the band played on (1987) como sendo o homem que importou o hiv para os Estados Unidos, e que teria disseminado com suas múltiplas viagens e uma vida desregrada, lembrou a revista Science.

Mas ao combinar análises moleculares, filogenéticas (relação entre os organismos vivos que permite formar uma árvore genética) e históricas, a equipe do professor Worobey estabeleceu que o vírus foi transferido da África para o Caribe entre 1964 e 1970 (provavelmente antes de 1967) antes de entrar nos Estados Unidos, por Nova York, entre 1969 e 1973 (provavelmente antes de 1971).

O vírus, cujo genoma se transforma a cada duplicação, permitindo criar uma história geográfica, foi então transportado para San Francisco (antes de 1975) com um importante mix geográfico nos Estados Unidos e em outros lugares logo depois, segundo o resumo.

Com árvore genealógica realizada, os cientistas determinaram que o genoma do paciente zero não estava no início da árvore genética dos primeiros anos da epidemia nos Estados Unidos, mas no meio do caminho, relatou a revista Science.

Isso mostra claramente que Gaétan Dugas, que morreu em 1984, não introduziu a aids nos Estados Unidos, concluiu a revisão.

 

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