Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


16 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 ONU reinicia conversações sobre definição de robôs assassinos - Jornal Brasil em Folhas
ONU reinicia conversações sobre definição de robôs assassinos


Uma nova rodada de conversações sobre o uso dos chamados robôs assassinos foi aberta nesta segunda-feira nas Nações Unidas, com o foco posto na definição das características das armas letais autônomas.

A ONU organizou as primeiras negociações sobre robôs assassinos no ano passado e concordou em avançar, mesmo que a elaboração de um tratado sobre o uso de tais armas continue sendo uma perspectiva distante.

Os ativistas denunciam que em breve serão implementadas armas capazes de usar força letal sem que um humano dê a ordem e criticaram o organismo da ONU que organiza as conversações - a Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCW) - por avançar devagar demais.

Mas saudaram a retomada das negociações da ONU.

É um debate muito mais focado agora, considerou Richard Moyes, cofundador da Campanha para Parar Robôs Assassinos.

As nações estão pondo mãos à obra para descrever o nível de controle humano que é necessário sobre os sistemas (de armas letais), acrescentou.

Para Moyes, é crucial que os Estados estejam de acordo em que um humano que use qualquer arma tem que saber onde e quando a força realmente será aplicada.

O número de Estados que pediram uma proibição categórica dos robôs assassinos aumentou, enquanto as preocupações no setor privado e acadêmico cresceram devido à ameaça representada pelas armas que dependem totalmente da inteligência artificial para decidir quem matar.

Mas os Estados que se acredita que têm as armas autônomas mais avançadas - principalmente Estados Unidos, China, Rússia e Israel - não se comprometeram com nenhum tipo de mecanismo vinculativo que restrinja seu uso.

As conversações da CCW estão sendo dirigidas pelo embaixador de desarmamento indiano, Amandeep Gill, que comentou que as duas semanas, até 20 de abril, se concentrariam, em parte, na questão da caracterização, o que significa trabalhar em uma definição de armas autônomas.

Moyes afirmou que provavelmente não sairá nada concreto na reunião de abril, mas os ativistas esperam que, com mais duas sessões programadas este ano, os Estados aceitem passar a negociações formais sobre um tratado vinculativo.

 

Últimas Notícias

Presidente Díaz-Canel defende trabalho de médicos cubanos no Brasil
Ministério vai lançar edital para repor vagas de médicos cubanos
CFM afirma que há médicos suficientes para atender Brasil
Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2
Transposição do S. Francisco está na pauta de prioridades da transição
Temer inaugura primeira etapa do acelerador de elétrons Sirius
Temer diz que decidirá “lá na frente” reajuste de ministros do STF
Só um governador do Nordeste participa de encontro em Brasília

MAIS NOTICIAS

 

Volume de vendas do varejo cai 1,3% em setembro
 
 
Gilmar Mendes suspende decisão que obriga bancos a ressarcir clientes
 
 
Prefeitos e secretários pedem para manter cubanos no Mais Médicos
 
 
Em depoimento, Lula nega que é dono de sítio em Atibaia
 
 
Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 33 milhões no próximo sorteio
 
 
Enem: estudantes fazem hoje prova de matemática e ciências da natureza

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212