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14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Parlamento catalão apresenta queixa contra juiz que negou posse - Jornal Brasil em Folhas
Parlamento catalão apresenta queixa contra juiz que negou posse


O parlamento catalão, dominado pelos separatistas, anunciou nesta sexta-feira que apresentou uma queixa contra o juiz espanhol que negou a libertação do Jordi Sánchez, impedindo sua posse como presidente regional.

A queixa será apresentada contra o juiz do Tribunal Supremo, Pablo Llarena, segundo anunciou o parlamento no Twitter.

O presidente do Parlamento, Roger Torrent, alertou que isso seria feito se o juiz violasse os direitos políticos fundamentais do candidato.

Na véspera, o juiz de instrução Pablo Llarena anunciou sua decisão de não libertar Sánchez depois que Torrent apresentou a solicitação.

O juiz também desautorizou uma posse à distância.

Sánchez está sendo processado por discursar A dezenas de milhares de independentistas que, durante uma manifestação em Barcelona em 20 de setembro, mantiveram um grupo de guardas civis encurralados por horas enquanto revistavam um prédio do executivo catalão por ordem judicial.

Junto a Jordi Sánchez, ex-presidente da influente associação separatista Assembleia Nacional Catalã (ANC), estão em prisão preventiva oito outros proeminentes separatistas catalães, por seu papel na tentativa fracassada de independência no ano passado.

Neste domingo, uma marcha está sendo convocada em Barcelona para pedir a libertação daqueles que os separatistas chamam de presos políticos.

O evento conta com o apoio dos dois maiores sindicatos do país, Comisiones Obreras (CCOO) e UGT.

A Catalunha está sob a tutela do governo central e sem executivo regional desde 27 de outubro, quando o gabinete do então presidente Carles Puigdemont foi afastado após a declaração unilateral de independência feita no Parlamento catalão.

Os independentistas renovaram a maioria de assentos no Parlamento nas eleições regionais de 21 de dezembro, mas não conseguiram investir um presidente. Se um novo presidente não tomar posse até 22 de maio, novas eleições regionais serão convocadas.

O primeiro candidato foi Puigdemont, que, acusado de rebelião, foi para exterior, primeiro na Bélgica e agora na Alemanha. A Espanha pede sua extradição.

 

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