Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Polícia francesa reprime protesto estudantil em Sorbonne - Jornal Brasil em Folhas
Polícia francesa reprime protesto estudantil em Sorbonne


O movimento de oposição à reforma de acesso às universidades na França se endureceu nesta sexta-feira (13), depois que a Polícia retirou manifestantes que protestavam, ontem à noite, na prestigiosa Universidade de Sorbonne em Paris.

As forças policiais intercederam para evacuar cerca de 200 estudantes que ocupavam o histórico estabelecimento para protestar contra a reforma promovida pelo presidente Emmanuel Macron.

Depois de três horas de negociações sem sucesso, a Polícia interveio e esvaziou o estabelecimento na calma, indicou a reitoria da instituição.

A universidade anunciou que permanecerá fechada até segunda-feira por questões de segurança.

Desde março, estudantes franceses ocupam várias universidades para protestar contra a reforma educacional de Macron, que quer conceder às universidades públicas o poder de estabelecer critérios de admissão.

Para os estudantes, essa reforma é um primeiro passo para um sistema de seleção até agora tabu no país da educação gratuita para todos.

Vamos continuar aqui, porque queremos que o governo nos escute. As pessoas estão irritadas, vemos isso por todos os lados, afirmou uma estudante da Universidade Paris-Tolbiac, que pediu para não ser identificada.

Em Lyon (centro-leste), a reitoria da Universidade Lumière-Lyon-2 pediu a intervenção da polícia, que evacuou, nesta madrugada, o estabelecimento que estava ocupado desde o dia anterior.

Outras universidades foram esvaziadas nos últimos dias, incluindo Nanterre, perto de Paris, onde começou o grande movimento de protesto estudantil de maio de 1968.

Ao todo, quatro universidades (de um total de 70) estão completamente bloqueadas, ou fechadas, e vários locais universitários (de 400) estão afetados por distúrbios, segundo o Ministério da Educação.

Em entrevista pela televisão na quinta-feira, Macron disse que os protestos são feitos por agitadores profissionais, e não por estudantes.

Se os estudantes quiserem passar em seus exames no final de ano, o melhor que podem fazer é estudar, acrescentou o presidente francês.

 

Últimas Notícias

Presidente Díaz-Canel defende trabalho de médicos cubanos no Brasil
Ministério vai lançar edital para repor vagas de médicos cubanos
CFM afirma que há médicos suficientes para atender Brasil
Associação lança projeto para conscientizar população sobre diabetes 2
Transposição do S. Francisco está na pauta de prioridades da transição
Temer inaugura primeira etapa do acelerador de elétrons Sirius
Temer diz que decidirá “lá na frente” reajuste de ministros do STF
Só um governador do Nordeste participa de encontro em Brasília

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212