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18 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Militares não aceitam proposta do Governo e podem entrar em aquartelamento - Jornal Brasil em Folhas
Militares não aceitam proposta do Governo e podem entrar em aquartelamento


Ameaçando aquartelamento de 24 horas, a partir das 19h de hoje, 13, Policiais e Bombeiros Militares de Alagoas rejeitaram na tarde desta sexta-feira, a proposta feita pelo Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag), de reajuste salarial para a categoria de 6%, em forma escalonada (3% em 2019; 1,5% em 2020; e 1,5% em 2021). Uma reunião acontece na sede da secretaria, no Centro, desde às 16h.

O secretário de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio, Fabrício Marques, explicou por meio de comunicação à imprensa que qualquer reajuste acima disso colocaria as finanças do Estado em risco, forçando-o a descumprir o acordo firmado com a União para o prolongamento do pagamento do serviço da dívida pública de Alagoas.

Conforme esse acordo, o Estado se comprometeu a estabelecer um teto de gastos em que a despesa corrente não poderá variar mais que a inflação do ano anterior. Caso haja o descumprimento, a União está autorizada a executar judicialmente o Estado, bem como bloquear todas as contas da gestão alagoana.

Na última quarta-feira (11) centenas de militares realizaram um ato público em frente ao Palácio República dos Palmares, sede do Governo, seguindo em passeata até a Assembleia Legislativa Estadual (ALE), ambos no Centro, ocasião no qual foi definido também um cronograma de atividades a serem cumpridas enquanto as negociações de valorização salarial não avançarem.

A primeira medida, a parada da Força Tarefa a partir da zero hora da quinta-feira (12), foi tomada. Um ato que prometia interditar o Porto de Maceió na tarde de hoje, foi transferido para a frente da sede da Seplag, e continuará até a finalização da reunião.

Caso não entrem em acordo, as próximas medidas serão aquartelamento de 24 horas, a partir das 19h de hoje, e a não realização do policiamento da partida de futebol pelo Campeonato Brasileiro entre CSA e Goiás, que acontecerá na tarde deste sábado (14), no estádio Rei Pelé, no bairro do Trapiche.

O diretor de comunicação da Associação de Bombeiros Militares de Alagoas (Abmal), major Burity, explicou em entrevista que a categoria se sente enganada e escravizada. “Muito pior do que apresentar uma proposta como esta [se referindo a proposta apresentada pelo governo] é retirar o amor dos homens que vão às ruas todos os dias para proteger a todos os alagoanos. Estamos aguardando há dois anos por esse diálogo”, concluiu.

De acordo com dados passados pela Seplag, no Governo Renan Filho, a folha salarial dos militares alagoanos – ativos, inativos e pensionistas – teve um aumento de 50,6%, saltando de R$ 850 milhões para R$ 1,3 bilhão no período.

Representantes das secretarias da Fazenda (Sefaz) e de Segurança Pública (SSP) também participam do encontro.


 

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