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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Principais reações aos bombardeios ocidentais na Síria - Jornal Brasil em Folhas
Principais reações aos bombardeios ocidentais na Síria


A seguir as principais reações aos bombardeios seletivos de Estados Unidos, França e Reino Unido contra alvos militares do regime na Síria.

- Rússia

Foi um golpe contra a capital de um Estado soberano que tentou durante anos sobreviver em meio a uma agressão terrorista, e isto no momento em que havia conquistado a oportunidade de ter um futuro pacífico, afirmou a porta-voz do ministério russo das Relações Exteriores, Maria Zakharova.

Os ataques são um insulto ao presidente Vladimir Putin, afirmou o embaixador russo nos Estados Unidos, Anatoli Antonov. Advertimos que tais ações não ficarão sem consequências.

- Síria

A agressão bárbara e brutal dos ocidentais tem como objetivo obstruir o trabalho da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) que inicia neste sábado uma investigação sobre um suposto ataque químico em território sírio (ministério das Relações Exteriores).

O presidente sírio Bashar al-Assad se declarou mais determinado que nunca a lutar contra o terrorismo na Síria, após os bombardeios ocidentais

- Irã

O ataque desta manhã contra a Síria é um crime. Declaro sinceramente que o presidente americano, o presidente francês a a primeira-ministra britânica são criminosos (...) não conseguirão nada e não vão conseguir nenhum benefício, afirmou o guia supremo iraniano aiatolá Ali Khamenei.

- Hezbollah

A guerra dos Estados Unidos contra a Síria, contra os povos da região e os movimentos de resistência não alcançará seus objetivos, afirmou o Hezbollah em um comunicado.

- Israel

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, expressou seu apoio total aos ataques e à decisão de mobilizar-se contra o uso e a propagação de armas químicas.

- Turquia

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, considerou apropriados os ataques ocidentais contra a Síria, em represália pelo que chamou de ofensiva desumana do regime de Bashar al-Assad.

Uma reação apropriada que expressa a consciência de toda a humanidade ante o ataque de Duma, sobre o qual há fortes suspeitas de que foi executado pelo regime, afirmou o ministério turco das Relações Exteriores.

- China

A China expressou sua oposição ao uso da forças nas relações internacionais e fez um apelo às partes envolvidas que retornem ao marco do direito internacional (Hua Chunying, porta-voz da diplomacia em um comunicado).

- Alemanha

Apoiamos o fato de que nossos aliados americanos, britânicos e franceses (...) assumiram suas responsabilidades. A intervenção militar era necessária e apropriada, afirmou a chanceler Angela Merkel.

- Países árabes

O Catar expressou apoio às operações dos países ocidentais. A Arábia Saudita também deu pleno apoio aos bombardeios.

O Iraque afirmou que os bombardeios oferecem ao terrorismo uma oportunidade de desenvolvimento depois de ter sido derrotado no Iraque e amplamente encurralado na Síria.

- Países da América Latina

- CUBA: O governo condenou o ataque atroz lançado pelos Estados Unidos e de seus aliados contra a Síria, uma ação unilateral que aprofunda o conflito nesse país e no Oriente Médio.

- ARGENTINA: O governo argentino renovou sua firme condenação ao uso de armas químicas na Síria e pediu que a comunidade internacional preserve a paz sem firmar posição sobre os bombardeios seletivos de Estados Unidos, França e Reino Unido.

- BOLÍVIA: O presidente boliviano Evo Morales, que participa em Lima da Cúpula das Américas, condenou o ataque enlouquecido contra a Síria.

- BRASIL: O governo brasileiro manifestou grande preocupação com a escalada do conflito militar na Síria e com as denúncias de uso de armas químicas. Reiterou que o fim do conflito só poderá ser alcançado pela via política.

- VENEZUELA: o presidente Nicolás Maduro classificou o ataque como um ato criminoso do imperialismo norte-americani contra o povo da Síria.

- Organizações

- Otan: Apoio às ações adotadas por Estados Unidos, Reino Unido e França (...) Isto vai reduzir a capacidade do regime de voltar a atacar o povo da Síria com armas químicas, disse o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg.

- ONU: Peço a todos os Estados membros que demonstrem moderação nestas circunstâncias perigosas e que evitem qualquer ação que possa provocar uma escalada da situação e piorar o sofrimento da população na Síria, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres.

- ANISTIA INTERNACIONAL: A população da Síria já sofreu seis anos de ataques devastadores, incluindo ataques químicos, muitos deles equivalentes a crimes de guerra, lamentou a AI em um comunicado. É necessário tomar todas as precauções para minimizar os danos aos civis em qualquer ação militar.

 

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