Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


14 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Roubo de veículos no Rio de Janeiro cresce 7% em março e bate recorde - Jornal Brasil em Folhas
Roubo de veículos no Rio de Janeiro cresce 7% em março e bate recorde


Os roubos de veículos no estado do Rio de Janeiro aumentaram 7,1% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Ao todo, foram 5.358 roubos no período, o que significa 356 registros a mais do que em 2017. O dado divulgado hoje (17) faz parte das incidências Criminais e Administrativas de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, elaboradas pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

Segundo o órgão, este foi “o maior número [de roubos de carro] registrado num mês em toda a série histórica”. As regiões que apresentaram o maior crescimento foram os bairros de Irajá, parte do Colégio, Vicente de Carvalho, Vila Kosmos, Vila da Penha, Vista Alegre, Anchieta, Guadalupe, Parque Anchieta, Ricardo de Albuquerque, Acari, Barros Filho, Costa Barros, Parque Colúmbia e Pavuna, que compõem a chamada Área Integrada de Segurança Pública (AISP) número 41.Outras áreas com alto índice de roubos de véiculos foram a AISP 39, do município de Belford Roxo, e a 7, do município de São Gonçalo. A AISP 41 teve 317 registros a mais do que no ano passado, enquanto na 39 foram 196 e na 7 foram 75.

O local com maior redução de roubos de carros em março foi a AISP 20, que abrange Nova Iguaçu, Mesquita e Nilópolis, com 98 casos a menos.

Mortes

Os chamados casos de letalidade violenta, que incluem homicídio doloso, latrocínio, homicídio decorrente de oposição à intervenção policial e lesão corporal seguida de morte, registraram 636 vítimas em março no estado. Isso representa queda de 2,9% em comparação ao mesmo mês em 2017. De acordo com o ISP, foram 19 vítimas a menos. Os três primeiros meses deste ano somam 1.846 casos, sendo 30 mortes a menos do que no mesmo período no ano passado.

A AISP 35, que corresponde aos municípios de Tanguá, Itaboraí, Rio Bonito, Silva Jardim e Cachoeiras de Macacu, a área 21, referente a São João de Meriti, e a área 23, que abrange as comunidades da Rocinha e Vidigal, e os bairros de Ipanema, Leblon, Gávea, Jardim Botânico, Lagoa e São Conrado tiveram aumento no número de vítimas em março deste ano. Na 35, foram 14 mortes a mais. Na 21 e na 23 foram 12 casos a mais, sendo que, nesta última, dos 15 casos registrados, 13 foram só na Rocinha.

Também nestes tipos de crime, a área referente A AISP 21 foi a que apresentou a maior redução de vítimas em março, 12 a menos do que no ano passado.

Houve queda também no número de mortes decorrentes de oposição à intervenção policial: os registros caíram 11,4% no período. Com 109 casos de mortes, foram 14 registros a menos do que no mesmo mês de 2017. Entre as regiões, as que registraram aumento dos casos ndesse tipo foram as AISPs números 21, 23 e 20.

Os locais com maior queda dos casos de mortes decorrentes de oposição à intervenção policial foram a AISP 15 de Duque de Caxias, onde ocorreram oito mortes a menos do que no ano passado, além da área 5, que inclui a Gamboa, parte do Centro, de Santo Cristo, da Saúde, da Lapa, de Paquetá e de Santa Teresa, com menos sete casos.

Subnotificações

No relatório, o ISP destacou a paralisação de algumas atividades da Polícia Civil, entre janeiro e abril de 2017, que pode ter causado uma subnotificação de determinados delitos nesse período. Segundo o órgão, os registros de crime ao patrimônio, com exceção de roubo e furto de veículos, foram especialmente atingidos. Neste caso, o ISP apontou que “não é recomendado comparar o número de registros de março de 2018 com o registrado no mesmo mês do ano passado”. Já os registros dos títulos de letalidade violenta e roubo de veículo não foram afetados, porque os registros desses delitos continuaram a ser feitos nas delegacias.

Vila Kennedy

A secretaria destacou que a região do bairro de Vila Kennedy, onde as Forças Armadas realizaram diversas ações no mês de março, apresentou números melhores. Na área da 34ª DP, que compreende os bairros de Bangu, Gericinó, Padre Miguel, Senador Camará e a própria Vila Kennedy, na zona oeste do Rio, o indicador letalidade violenta teve o menor número de vítimas para o mês de março desde o início da série histórica. No período, foram dez vítimas, o que significa sete a menos em relação a março de 2017. Também houve queda no indicador de roubo de veículos, com o menor número desde fevereiro de 2017. Foram 148 roubos de carros, queda de 22 casos na comparação com março do ano passado.

Edição: Amanda Cieglinski

 

Últimas Notícias

CVM condena ex-diretor da Petrobras a pagamento de multa de R$ 300 mil
MEC lança Base Comum de Formação de Professores da Educação Básica
MEC vai propor nova estrutura para cursos de pedagogia
Metade da recuperação emergencial do Museu Nacional já foi realizada
País terá que discutir valorização do professor, diz secretária do MEC
Países do Basic cobram financiamento para conter mudanças climáticas
Merkel vê dificuldade em acordo UE-Mercosul com novo governo do Brasil
Homem que matou brasileira na Nicarágua é condenado a 15 anos

MAIS NOTICIAS

 

Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 36 milhões
 
 
Câmara aprova incentivos fiscais a Sudene, Sudam e Centro-Oeste
 
 
Governadores discutem hoje segurança pública; Moro deve participar
 
 
Doria diz a Moro que estados precisam de recursos para a segurança
 
 
João de Deus afirma estar à disposição da Justiça
 
 
CGU recupera R$ 7,23 bilhões para os cofres públicos este ano

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212