Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


15 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 FMI aposta em China e Índia como motores do crescimento econômico da Ásia - Jornal Brasil em Folhas
FMI aposta em China e Índia como motores do crescimento econômico da Ásia


O Fundo Monetário Internacional (FMI) confirmou nesta terça-feira (17) sua confiança nas economias emergentes da Ásia, principalmente Índia e China, mas alertou que a enorme dívida chinesa é um risco.

Para todas as economias emergentes e em desenvolvimento da Ásia, o FMI prevê um crescimento de 6,5% em 2018, muito superior aos 3,9% de suas previsões mundiais divulgadas nesta terça.

A Ásia emergente ainda é o motor mais importante do crescimento global, disse a instituição em seu relatório.

No caso da China, se no curto prazo houver uma melhora na demanda externa que contribua para o fortalecimento de suas exportações, o FMI alerta que a virada de seu modelo econômico deve afetar o crescimento para baixo.

A China crescerá 6,6% em 2018 e 6,4% em 2019, de acordo com as previsões do FMI, que mantêm os mesmos dados de janeiro.

No entanto, eles são menores do que o crescimento de 6,9% do gigante asiático em 2017.

No médio prazo, o crescimento deve desacelerar gradualmente para 5,5%, conforme a China continua sua mudança para uma economia baseada no consumo doméstico, e não no investimento, explica o FMI.

No entanto, o organismo alerta novamente a China sobre o aumento da dívida fora do setor financeiro e o aumento da vulnerabilidade.

O governo chinês está lutando contra o colossal endividamento de sua economia (mais de 250% do Produto Interno Bruto), em particular contra empréstimos não regulamentados e um melhor controle do seu setor bancário.

Contudo, apesar desses esforços, o crescimento do volume total de crédito na China continua elevado, aponta o FMI, que no ano passado já denunciou a trajetória perigosa da dívida do país.

A segunda maior economia do mundo poderia se ver afetada pelas tensões comerciais com os Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump ameaça impor tarifas sobre produtos chineses por até 150 bilhões de dólares.

Um aumento das tarifas aduaneiras e das barreiras não tarifárias poderia nublar os mercados, perturbar as cadeias de produção (...), reduzir a produtividade mundial e o investimento, afirma o Fundo.

- Índia se acelera -

Diferentemente da China, cuja economia perde força, a Índia é o novo motor da região, segundo o FMI, que prevê um crescimento do PIB de 7,4% em 2018 e 7,8% em 2019 (as mesmas cifras da previsão anterior).

A curto prazo, o crescimento da Índia, como o da China, se apoiará em um forte consumo interno, no bom momento do comércio internacional e na reforma fiscal, aponta o relatório.

A médio prazo, o crescimento (na Índia) deveria se acelerar progressivamente, com a continuação da aplicação das reformas estruturais, em particular as fiscais, que consolidarão a produtividade e estimularão o investimento privado, indica.

Contudo, o FMI alerta para o risco de uma espiral do endividamento, que já obrigou o governo indiano a recapitalizar seus bancos que têm grande quantidade de créditos suspeitos.

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212