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17 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Aproximadamente 3,5 mil atendimentos já foram realizados na UTI Materna da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão - Jornal Brasil em Folhas
Aproximadamente 3,5 mil atendimentos já foram realizados na UTI Materna da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão


“O tratamento aqui salvou minha vida. Quando cheguei aqui atenderam logo, deram remédio e parou o sangramento”. O testemunho é da puérpera Maria dos Santos, de 38 anos, que está internada em estado estável na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Materna da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão, em São Luís. Ela deu à luz em parto natural em Vargem Grande, na segunda-feira (16), mas precisou ser transferida urgentemente para a unidade com sangramento severo. Em um ano de funcionamento, a UTI Materna já realizou aproximadamente 3.500 atendimentos.

Ainda em tratamento, a mãe acredita que teria morrido se não tivesse recebido assistência especializada na UTI Materna da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão. “Já estou melhor de como cheguei. Quero cuidar da minha gordinha”, disse a mãe, que ainda não pode curtir o momento da chegada da nova filha, que ficou aos cuidados da avó Januária no município de origem.

A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Materna da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão, entregue pelo Governo do Estado, em 28 de março de 2017, integra a política de saúde voltada para assistência materna no estado. A unidade conta com oito leitos, sendo um de isolamento, possui equipe multiprofissional qualificada e equipamentos de amplo monitoramento que garantem atendimento acolhedor, dinâmico e eficaz.

A dona de casa já havia estado por cinco dias na Maternidade no oitavo mês de gestação, quando teve o “coração acelerado”, segundo conta. “Estava com medo de morrer. Mas agora não estou com medo mais. Gostei daqui. Não fico só, toda hora tem alguém”, relatou Maria dos Santos.

UTI Materna

Em um ano de assistência, a UTI Materna registrou cerca de 3.500 atendimentos, entre admissões, emissão de pareceres, exames, cirurgias e demais procedimentos. “A instalação da UTI Materna oferece o que há de mais moderno na assistência especializada para o setor, reforçando nossa missão que é cuidar das pessoas”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

A UTI Materna realizou 294 admissões, 223 pareceres médicos e 140 cirurgias, além de 166 exames, como tomografia, ressonância, ultrassonografia, ecocardiograma, raio-X e eletrocardiograma, dentre outros atendimentos. Nesse período, a unidade também registrou 2.144 procedimentos de profissionais das áreas de fisioterapia e serviço social, curativos, intubação e passagem de sonda, dentre outros.

“Estamos em processo de melhoria contínua. Para isso, adotamos ferramentas de gestão, como treinamentos, e softwares como o Epimed, que permite um amplo monitoramento das pacientes. Isso traz segurança e evita perdas. É para isso que estamos aqui: para salvar vidas e promover saúde”, destacou o enfermeiro intensivista e supervisor da UTI Materna, Cláudio dos Santos.

O Epimed é uma ferramenta de qualidade que assegura o monitoramento dos pacientes, desenvolvida para a área da saúde. O sistema consiste em um software para monitoramento detalhado dos leitos. Ele apresenta, em detalhes, os parâmetros fundamentais para controle do paciente.

O sistema está presente em mais de 400 hospitais de todo o Brasil, com mais de 750 UTIs e 1 mil leitos monitorados, totalizando cerca de 1 milhão de pacientes em sua base, a maior de dados clínicos epidemiológicos da América Latina.

Equipamentos

A UTI Materna conta com oito leitos, possui equipe multiprofissional qualificada e equipamentos de amplo monitoramento. (Foto: Julyane Galvão)

Ainda que a Resolução Nº 7 do Ministério da Saúde, de fevereiro de 2010 – que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva –, permita o uso de um ventilador mecânico a cada dois leitos, a UTI Materna utiliza um equipamento para cada paciente. “Temos oito ventiladores. Um para cada gestante ou parturiente, além de outro de reserva”, explicou o fisioterapeuta e supervisor de reabilitação, Flávio Lima.

Além do potencial da ventilação, a unidade possui dois aparelhos para hemodiálise, que, caso não houvessem, exigiriam a transferência das pacientes para UTIs não maternas de outros hospitais. Isso representa um dos maiores benefícios e grande diferencial do atendimento.

A máquina de hemodiálise é acionada por sistema touchscreen, com perfil avançado, que permite transformar a água potável em destilada. Essa característica garante uma diálise segura. “Esse é mais um diferencial da Maternidade de Alta Complexidade, que está preparada para receber, inclusive, pacientes com patologias autoimunes e, com o uso do equipamento, retirá-las da fase aguda por meio da diálise”, explicou o supervisor da UTI, Cláudio dos Santos.

A diálise é uma técnica que visa suplementar as falhas da função renal das pacientes que não conseguem eliminar água e produtos de excreção do sangue. Ela pode ser realizada tanto sob a forma de hemodiálise quanto de diálise peritoneal.

A UTI Materna da Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão atende pacientes obstétricas graves, nos períodos pré, intra e pós-parto, com doenças próprias da gravidez ou nela intercorrentes e que necessitem de internação em regime de cuidados intensivos. A ala recebe casos referenciados por meio do Sistema de Regulação de Leitos Obstétricos da SES e possui ambientação adequada para o acolhimento e atendimento humanizados. A maternidade é gerenciada pelo Instituto Acqua.

 

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