Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Prefeitura do Rio fecha 45 boxes de camelódromo que seriam de milícia - Jornal Brasil em Folhas
Prefeitura do Rio fecha 45 boxes de camelódromo que seriam de milícia


Uma ação da prefeitura do Rio resultou na interdição, nesta quinta-feira (19), de 45 boxes no camelódromo da Rua Uruguaiana, o principal polo de comércio popular do centro da cidade. De acordo com a Secretaria Municipal de Fazenda, há suspeitas de que integrantes de milícias estejam agindo na área alugando boxes e cobrando taxas dos comerciantes, o que é negado pela associação que administra o local.

Em nota divulgada à imprensa, a secretaria argumentou que os boxes interditados foram construídos ilegalmente no mercado popular. “Os boxes foram construídos na calada da noite pela associação que representa os comerciantes locais e vendidos por aproximadamente R$ 70 mil cada. A fraude em terreno público já soma mais de R$ 3 milhões”, diz trecho da nota.

Segundo a secretaria, a área pertence ao governo do estado. Além disso, afirma ainda que a associação de comerciantes nunca cumpriu a promessa feita à Secretaria de Ordem Pública, em 2015, de aprovar as instalações no Corpo de Bombeiros, o que representa riscos à segurança dos frequentadores.

Em outro trecho da nota, a secretaria diz que o serviço reservado da Guarda Municipal realizou um levantamento de atividades ilícitas realizadas no local: “Voltaram a ser comercializadas mercadorias contrabandeadas e falsificadas, além de celulares furtados. Há informes que milicianos voltaram a atuar em conjunto com a associação, alugando boxes e cobrando taxas de segurança”.

A secretaria informou que já noticiou os crimes à delegacia de polícia da área e disse que irá levar o caso ao Ministério Público, para cobrar a atuação das autoridades policiais e proceder a remoção dos boxes.

Um dos comerciantes que teve seu box fechado foi Rafael Santos, que há dez anos trabalha no local e agora não sabia o que fazer para garantir sua renda. “É o nosso sustento. Fechado, o que a gente faz? Não tem opção para nada. A minha família depende disso para viver. É complicado. Mais fácil virar ladrão, roubar os outros?”, desabafou Rafael, que não é o proprietário do local e alega ter recebido o box por empréstimo de um amigo.

Associação nega

O presidente da associação dos comerciantes do camelódromo, João Lopes do Nascimento, negou que haja qualquer ligação da entidade com milicianos. “Milícia não existe aqui. Eu não acredito não. É boato. Esse negócio de miliciano, só se for lá na rua, na calçada”, alega Lopes.

Segundo ele, são 1.600 boxes no total, sendo que 900 têm alvará de funcionamento e 700 ainda aguardam o documento. Porém, Lopes disse que todos os comerciantes são legalizados como microempreendedor individual (MEI) e recolhem os impostos devidos.

Edição: Davi Oliveira

 

Últimas Notícias

Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular no ano passado
Petrobras reduz em 3% GLP empresarial nas refinarias
Ministro do STJ nega pedido de prisão domiciliar a João de Deus
Escassez de chuvas leva governo a acionar termelétricas mais caras
Picciani, Paulo Melo e Albertassi serão julgados por Bretas
Suspensa permissão para deputada receber denúncias contra professores
MPT não descarta pedir bloqueio dos bens do Flamengo
Número de mortos identificados em Brumadinho chega a 151

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212