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21 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Conab é autorizada a vender milho e a comprar arroz - Jornal Brasil em Folhas
Conab é autorizada a vender milho e a comprar arroz


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) foi autorizada a vender, por meio de leilões públicos, até 1 milhão de toneladas de milho em grãos. O objetivo da oferta é atender à demanda dos criadores de animais, que reclamam dos altos preços do cereal no mercado. A venda será feita por meio de leilões públicos.
Milho

Redução do preço do milho foi demandada por criadores de animais (Arquivo/Agência Brasil)

“Os preços do cereal no mercado estão iguais ou superiores ao preço de liberação de estoque, definido pelo governo em R$ 19,95 a saca de 60kg [quilos] no estado de Mato Grosso”.

Um primeiro aviso de venda de 200 mil toneladas de milho deve ser publicado ainda hoje (20), dirigido a criadores de aves, suínos, bovinos, ovinos e caprinos cadastrados no Sistema de Cadastro Nacional do Produtor Rural (Sican) e representados por bolsas de mercadorias. O leilão deverá ocorrer no dia 27.

Também foi autorizada a aquisição de até 70 mil toneladas de arroz em casca, ao preço mínimo de R$36,01 pela saca de 60kg. O valor pode variar de acordo com sua classificação em função dos ágios e deságios previstos no Manual de Operações da Conab. Serão destinados R$ 50 milhões para essa compra, a ser feita pelas superintendências regionais da Conab em todo o país, por meio do mecanismo de Aquisições do Governo Federal (AGF), previsto na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).

A compra do produto foi reivindicada pelos produtores gaúchos, responsáveis por cerca de 75% da produção nacional. Nesta safra, o Rio Grande do Sul deve produzir cerca de 8 milhões de toneladas de arroz. De acordo com a Conab, essa medida será necessária para conter a pressão de oferta, em consequência do início da colheita. A companhia diz esperar, como resultado dessas operações, um “enxugamento do mercado e uma mudança das expectativas de queda de preço no setor.”

*Colaborou Pedro Rafael Vilela, repórter da Agência Brasil.

Edição: Lidia Neves

 

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