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16 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Macron: Nunca devemos mostrar fraqueza diante de Putin - Jornal Brasil em Folhas
Macron: Nunca devemos mostrar fraqueza diante de Putin


O presidente francês Emmanuel Macron disse que o seu equivalente russo, Vladimir Putin, é um homem muito forte, diante de quem nunca deveríamos mostrar fraqueza, num contexto em que a tensão entre os governos ocidentais e Moscou alcançam um nível inédito.

Acho que nunca deveríamos mostrar fraqueza diante do presidente Putin. Quando alguém é fraco, ele aproveita isso, disse Macron em uma entrevista concedida à emissora Fox News e exibida neste domingo, na véspera de sua visita de Estado a Washington.

Ele (Putin) é forte e inteligente, não é ingenuo, acrescentou o francês, considerando que seu homólogo russo está obcecado com as interferências em nossas democracias.

Ele quer uma Rússia grande. Seu povo está orgulhoso de sua política. É extremadamente duro com as minorias e com seus adversários, com uma ideia de democracia que não é a minha, apontou, afirmando contudo que mantém uma comunicação permanente com ele.

Respeito ele, conheço ele, estou lúcido, concluiu Macron.

O confronto entre os governos ocidentais com Moscou alcança níveis inéditos desde o fim da Guerra Fria. No mês passado, houve o envenenamento do ex-agente duplo russo Serguei Skripal na Grã-Bretanha. Recentemente, em 14 de abril, EUA, França e Reino Unido bombardearam a Síria, aliada da Rússia, em resposta a um suposto ataque químico em uma região rebelde.

Macron também falou, na entrevista, sobre o acordo nuclear com o Irã - do qual o presidente americano ameaça se retirar.

Não tenho plano B para o acordo nuclear contra o Irã, admitiu. Quero lutar contra os mísseis balísticos, quero conter sua influência regional, afirmou. Ele adiantou o que dirá a Trump: Não abandone o acordo até que você tenha uma opção nuclear melhor, vamos completá-lo.

Daqui a três semanas, Trump deve tomar uma decisão sobre este acordo, com o qual tinha prometido romper durante sua campanha eleitoral, e que foi fruto de anos e anos de negociações internacionais, com o objetivo de impedir que o Irã desenvolvesse uma arma atômica.

 

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