Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Polêmica em torno da Unasul deve ser negociada por Evo Morales - Jornal Brasil em Folhas
Polêmica em torno da Unasul deve ser negociada por Evo Morales


A polêmica em torno da decisão do Brasil e de mais cinco países de suspender a participação na União das Nações Sul-Americanas (Unasul) terá desdobramentos. Na presidência pró tempore (temporária) da entidade, a Bolívia está em posição oposta. O ex-secretário geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, disse estar tranquilo porque o comando da Unasul está sob responsabilidade do presidente boliviano, Evo Morales, que deverá se manifestar sobre o tema.

Eu estou aqui muito consciente do que está acontecendo atualmente com Unasul, mas também muito tranquilo porque acredito que, se alguém tem a capacidade de encontrar soluções para a situação, é o presidente Evo Morales, um dos fundadores da União, disse.

Samper afirmou que Evo Morales é a pessoa indicada para resolver a situação, após o anúncio de que seis dos 12 membros da Unasul não pretendem participar de reuniões nem decisões até a nomeação do novo secretário-geral. A Unasul é formada pela Argentina, o Brasil, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, a Guiana, o Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e a Venezuela.

Carta

Na semana passada, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e os chanceleres da Argentina, do Paraguai, da Colômbia, do Chile e do Peru enviaram carta à presidência pró tempore da Unasul. No documento encaminhado ao chanceler da Bolívia, Fernando Huanacumi, que está no comando da organização, eles informam sobre a decisão de suspender, por tempo indeterminado, a participação nas reuniões do bloco.
A decisão, segundo o documento, foi motivada pelo impasse com o governo da Venezuela em relação à escolha do secretário-geral da organização. Na carta, os chanceleres alegam que a Unasul está paralisada desde janeiro de 2017 porque a Venezuela, com o apoio da Bolívia, do Suriname e do Equador, vetou o candidato argentino ao posto de secretário-geral.
Política

Para Samper, é preciso negociar para dar fim ao impasse. Na medida em que somos capazes de usar esse consenso para chegar a uma fórmula que poderia ser maioria qualificada ou algo assim para a eleição do secretário-geral, acho que existe a possibilidade de que uma solução rápida para essa questão possa ser encontrada, disse.

Segundo o ex-secretário-geral da Unasul, a iniciativa do Brasil e dos demais cinco países teve motivação política, daí a necessidade de ampliar o diálogo e buscar o consenso. A Unasul nasceu como uma resposta à incapacidade do sistema interamericano para lidar com questões importantes, como questões relacionadas à defesa, lembrou.

Edição: Lílian Beraldo

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212