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18 de Jul de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 CCJ aprova aumento de pena para homicídio contra guarda municipal e agente de trânsito - Jornal Brasil em Folhas
CCJ aprova aumento de pena para homicídio contra guarda municipal e agente de trânsito


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou o Projeto de Lei 2530/15, do deputado Hélio Leite (DEM-PA), que aumenta a pena para os crimes de homicídio e lesão corporal quando praticados contra integrantes da guarda municipal e agentes de trânsito no exercício da função ou em decorrência dela.

A proposta, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), também aumenta a pena para esses crimes quando praticados contra cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau dos integrantes da guarda municipal ou dos agentes de trânsito, em razão dessa condição.

Para Leite, “o País experimenta, na atualidade, uma verdadeira epidemia de infrações e violência praticada contra tais funcionários públicos”.

Homicídio qualificado

Conforme a proposta, será considerado homicídio qualificado, punível com pena de reclusão de 12 a 30 anos, aquele praticado contra esses agentes ou seus cônjuges, companheiros ou parentes. A pena para homicídio simples é de reclusão de seis a 20 anos.

No caso de lesão corporal praticada contra essas pessoas, a pena será aumentada de um a dois terços. O projeto também altera a Lei dos Crimes Hediondos (Lei 8.072/90), considerando hediondo esse tipo de crime.

O relator na comissão, deputado Marcos Rogério (DEM-RO), foi favorável à proposta. Ele destaca que o Código Penal já prevê penas maiores para homicídio e lesão corporal contra integrantes das Forças Armadas, das polícias, do sistema prisional e da Força Nacional de Segurança Pública.

Para ele, a aprovação da proposta é importante para, em respeito ao princípio constitucional da isonomia, contemplar categorias deixadas de lado pela lei.

E quando eles matarem ou abusarem de autoridades contra cidadãos, tem aumento de penas contra eles? Se tiver eu aprovo. Quanto a armamento, não precisa,basta só quando estiverem em serviço, quanto aos de trânsito, estes já tem uma arma poderosa, a caneta e o papel.

Parabéns aos senhores parlamentares pela grande iniciativa , e que essa mudança, ocorra de verdade e não fique na gaveta . Parabéns aos titulares do projeto. Mas eles precisam , além desse projeto , de treinamento e porte de arma automático como em outras corporações, pela grande periculosidade que vossas excelências mesmo constatam. Principalmente no rio de janeiro . A lei 13.022 autoriza o porte de armas e é posterior ao estatuto , além de ser uma lei especial , a qual dá- se o direito ao porte de arma aos guardas municipais . E o STF já decidiu que os mesmos são da segurança publica .

 

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