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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 OCDE reduz previsão de crescimento mundial em 2016 para 3% - Jornal Brasil em Folhas
OCDE reduz previsão de crescimento mundial em 2016 para 3%


A OCDE cortou em três décimos sua previsão de crescimento mundial em 2016, que será de 3%, alertando sobre a desaceleração dos países emergentes, a queda da demanda e um alto risco de instabilidade financeira.

Os riscos de instabilidade financeira são substanciais, advertiu a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE).

A OCDE, uma entidade de 34 países, em sua grande maioria do mundo desenvolvido, já havia cortado em novembro em três décimos, a 3,3%, a sua previsão sobre o crescimento do PIB mundial em 2016.

Com o novo corte, a 3%, a expansão deve ser neste ano a mesma que em 2015.

A organização, com sede em Paris, também reduziu em três décimos (de 3,6% para 3,3%) sua projeção para 2017.

As perspectivas de crescimento global praticamente se estagnaram e os indicadores mostram uma aceleração do crescimento nas principais economias, apesar dos baixos preços do petróleo e das baixas taxas de juros, disse em coletiva de imprensa a economista-chefe da OCDE, Catherine L. Mann.

A OCDE prevê agora que Estados Unidos cresça 2% neste ano e 2,2% em 2017 (com cortes de 0,5% e 0,2% respectivamente em relação a suas estimativas de novembro).

Na zona do euro, o PIB deve aumentar 1,4% neste ano e 1,7% no próximo (projeções em baixa de 0,4% e 0,2% em relação a novembro).

Entre os grandes emergentes, a OCDE só melhora a perspectiva da Índia, que neste ano crescerá 7,4% (um décimo a mais do que o previsto em novembro) e manteve sem alterações, em 6,5%, sua previsão de crescimento da China.

As previsões sobre a economia brasileira pioraram consideravelmente, em meio à grave crise política e à alta inflação.

Segundo a OCDE, o PIB do Brasil, que já sofreu uma redução de 3,8% em 2015, recuará 4% nesse ano (frente aos -1,2% previsto em novembro) e em 2017 terá crescimento nulo.

A OCDE identifica riscos maiores em países emergentes como Brasil, Rússia e Turquia, vulneráveis a choques cambiais por suas dívidas amplamente denominadas em dólares.

 

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