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12 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 FMI revisará em baixa projeção sobre economia global - Jornal Brasil em Folhas
FMI revisará em baixa projeção sobre economia global


O Fundo Monetário Internacional (FMI) fará uma pequena revisão em baixa de suas projeções de crescimento da economia global de janeiro, com uma expansão de 3,4%, antecipou nessa quarta-feira um diretor do organismo.

Muito possivelmente a revisão que se fará para as revisões de primavera (boreal) agora em abril terá uma pequena revisão à baixa, disse Alejandro Werner, diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI.

A revisão em baixa dessa estimativa acontecerá na medida em que o quarto trimestre do ano de 2015 da economia mundial foi mais fraco do que o antecipado, explicou o economista, em uma intervenção mo seminário sobre política fiscal na sede da Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), em Santiago.

No cenário atual, apesar de uma incerteza sobre o desenvolvimento da economia chinesa, hoje se vê certa recuperação dessas percepções, acrescentou.

Nos Estados Unidos, as estimativas de que a economia se expanda 2% são relativamente sólidas, enquanto as preocupações com a Europa são de que sua economia entre em processo de deflação.

Para a América Latina, o FMI espera que 2016 termine com um crescimento negativo de -0,3%.

Este número negativo esconde a desaceleração, pode-se dizer normal, que atingiu muitas economias do Cone Sul diante da queda dos termos de intercâmbio e alguma incerteza da política externa, assim como fatores domésticos, como a crises política e econômica enfrentadas por países como Brasil e Venezuela, explicou Werner.

O FMI também antecipa uma queda significativa no Equador, segundo país da região mais exposto à redução do preço do petróleo.

A Argentina deve mostrar uma recuperação do crescimento econômico até o quarto trimestre deste ano, como consequência das medidas econômicas anunciadas pelo novo governo de Mauricio Macri.

Nessa perspectiva, a Argentina é o país para o qual antecipamos a maior aceleração econômica para o ano que vem, declarou o economista.

 

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