Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Reunião de países produtores de petróleo acontecerá 17 de abril em Doha - Jornal Brasil em Folhas
Reunião de países produtores de petróleo acontecerá 17 de abril em Doha


Países produtores de petróleo, membros e não membros da Opep, se reunirão no dia 17 de abril em Doha para avaliar a proposta de congelar a produção a fim de sustentar os preços do petróleo, prejudicados pelo excesso de oferta.

Essa reunião servirá de seguimento após o acordo sobre o congelamento da produção a seu nível de janeiro, fechado entre a Arábia Saudita e a Rússia - principais produtores de petróleo do mundo - durante uma reunião em Doha com a Venezuela e o Catar, indicou em um comunicado o ministro de Energia do Catar, Mohamed al Sada, presidente em exercício da Opep.

As cotações, que caíram no nível mais baixo desde 2003 no início desse ano, se recuperaram um pouco depois graças a esse acordo de Doha.

O Irã, membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep), que voltou aos mercados após a suspensão das sanções internacionais, advertiu que não participará do congelamento da produção.

O ministro Al Sada afirmou que o acordo sobre o congelamento contou com a adesão dos maiores produtores de petróleo do mundo.

Até hoje, cerca de 15 produtores Opep e não Opep, que representam aproximadamente 73% da produção mundial de petróleo, apoiam essa iniciativa anunciada em fevereiro em Doha, comentou o ministro no comunicado.

Frear a queda do petróleo

O Irã - que volta gradualmente aos mercados após o acordo nuclear de julho de 2015 com as grandes potências - advertiu no domingo que espera alcançar uma produção de 4 milhões de barris diários (mbd), e que só contemplaria um congelamento de sua produção quando o nível fosse alcançado.

O acordo de fevereiro em Doha já mudou o sentimento no mercado petroleiro e deteve a queda das cotações, ressalta o comunicado do ministro, que acrescentou que a queda de preços levou a uma redução dos investimentos na indústria petroleira, o que impacta na produção mundial de petróleo.

O preço do petróleo caiu 47% em 2015 em relação ao ano anterior e mais de 70% em comparação a junho de 2014 - quando passava dos 100 dólares - chegando a ser cotado, no início do ano, abaixo dos 30 dólares.

A queda de preços se deve em grande parte à estratégia da Opep, e em particular da Arábia Saudita, de inundar o mercado para defender sua fatia de mercado contra os produtores de petróleo e gás de xisto dos Estados Unidos.

No entanto, essa estratégia provocou uma redução acentuada das receitas em países amplamente dependentes de suas exportações de hidrocarbonetos, como é o caso da Venezuela.

 

Últimas Notícias

Bolsonaro terá uma série de reuniões na próxima semana em Brasília
Com pênalti controverso, Brasil vence Uruguai por um a zero
Brasil está preparado para substituir médicos cubanos, afirma Temer
Chega a quatro número de vítimas das chuvas em Belo Horizonte
Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23
Massoterapeuta Dani Bumbum deixa prisão no Rio
Cervejas terão rótulos com os ingredientes usados na fabricação
Temporal causa mortes e estragos em BH; adolescente está desaparecida

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212