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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Banco Central lança laboratório de inovações financeiras - Jornal Brasil em Folhas
Banco Central lança laboratório de inovações financeiras


Interessados em inovação financeira poderão propor projetos que serão desenvolvidos com apoio do Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas (Lift). O laboratório, lançado hoje (9), em cerimônia em Brasília, é uma iniciativa da Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central (Fenasbac), coordenada pelo Banco Central (BC) e apoiada por empresas de tecnologia e especialistas.

Segundo a diretora de Administração do BC, Carolina de Assis Barros, o Lift é “uma espécie de pré-incubadora de projetos”. “Startups, estudantes universitários, pequenas empresas de tecnologia, ou seja, os inovadores, devem entrar no site e propor um plano de negócio, a partir de uma lista de temas e de tecnologias, previamente definidos pela coordenação do Comitê de Gestão do Lift”, explicou a diretora.

De acordo com a diretora, os projetos devem estar alinhados com a Agenda BC+, formada por medidas para tornar o crédito mais barato, aumentar a educação financeira, modernizar a legislação e tornar o sistema financeiro mais eficiente.
Laboratório de inovações

“Uma vez aprovada a ideia apresentada, as tecnologias necessárias ao seu desenvolvimento serão providas pelas empresas de tecnologia de informação que são nossas parceiras no Laboratório de Inovações. O desenvolvimento dos protótipos será acompanhado por servidores do Banco Central”, acrescentou.

Para o presidente do BC, Ilan Goldfajn, as inovações financeiras “têm enorme potencial de geração de valor à sociedade brasileira. “Por exemplo, o Brasil é um dos pioneiros no uso de tecnologia para o aumento da inclusão financeira. Nesse contexto, o Lift pode ser uma oportunidade importante para proposição de soluções que se traduzam em ampliação da inclusão financeira e, consequentemente, do desenvolvimento econômico e financeiro do país”, destacou.

Outro exemplo, acrescentou Goldfajn, são as tecnologias para a redução do uso de papel moeda. “Temos acompanhado debates e a evolução de iniciativas em nível internacional, buscando consolidar e aprofundar a compreensão sobre o tema”, disse.

“Há um universo enorme a ser explorado e as empresas financeiras apoiadas em soluções tecnológicas, as fintechs, moldarão cada vez mais o modo de concorrência no sistema financeiro”, afirmou.

Edição: Kleber Sampaio

 

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