Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


27 de May de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 China manifesta apoio à decisão da Argentina sobre FMI - Jornal Brasil em Folhas
China manifesta apoio à decisão da Argentina sobre FMI


Desde que anunciou a retomada das negociações com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o presidente da Argentina, Mauricio Macri, recebeu apoio de divesos países, inclusive alguns inesperados, como o do governo da China. O presidente Xi Jinping se uniu ao Departamento do Tesouro norte-americano e aos governos do Brasil, do Chile, da Espanha e do Japão.

Xi Jinping não só manifestou seu “firme apoio” aos esforços do governo argentino por manter a estabilidade econômica, como também ofereceu ajuda, se necessário. No comunicado, o governo chinês elogia Macri por ter adotado medidas “oportunas e enérgicas” para lidar com os “fatores externos”. No caso, os aumentos das taxas de juros nos Estados Unidos e do preço do barril de petróleo no mercado internacional que impactaram vários países emergentes, além da Argentina.

O governo argentino decidiu recorrer ao fundo em busca de apoio externo para equilibrar a situação financeira do país. O ministro da Economia, Nicolas Dujovne, anunciou que já conversou com a diretora executiva do FMI, Christine Lagarde, sobre a possibilidade de um “empréstimo preventivo”, a taxas mais baixas que as do mercado.

Após enfrentar diversas crises e já ter tido necessidade de recorrer ao FMI outras vezes, o povo argentino acompanha com muita atenção todas as ações do governo na economia. “Na Argentina, termos como FMI e crédito stand-by fazem parte do jargão popular e são sinônimos de ajuste e crise”, explica com o humor típico argentino, o analista político Rosendo Fraga.

Para Fraga, a decisão de Macri em recorrer ao fundo terá um preço em sua popularidade e no xadrez político do país. “O presidente Mauricio Macri pagou um preço político por ter recorrido, esta semana, ao Fundo – uma organização, que é rejeitada pela maior parte dos argentinos e inclusive por dois de cada três simpatizantes da coalização governista de centro-direita, o Cambiemos. No inconsciente coletivo, FMI e uma má palavra”, diz Fraga.

O economista Gaston Rossi disse que a expectativa é que o FMI exija o estabelecimento de determinadas metas econômicas, como a redução do déficit fiscal, que atualmente representa 6% do Produto Interno Bruto (PIB) e que o governo espera cortar pela metade. “Mas dentro de um contexto de mudança de cenário externo, a Argentina se viu forçada a buscar assistência do Fundo para tentar acalmar os mercados. Agora o fundamental é mudar o ânimo dos investidores”, afirmou Rossi.

Edição: Amanda Cieglinski

 

Últimas Notícias

Decreto de Temer autoriza militares a usar força contra caminhoneiros
Câmara realiza sessão extra pra alterar lei que trata de doação de imóveis
Senadores apresentam projeto que limita ICMS sobre combustíveis
Ata do Copom diz que manutenção da Selic foi a melhor decisão
Brasileiros apostam em inflação de 5,3% para os próximos 12 meses
BC decreta liquidação extrajudicial da corretora Gradual
Caminhoneiros entram no segundo dia de bloqueio nas estradas
Governo reduz estimativa de crescimento para 2,5% em 2018

MAIS NOTICIAS

 

Trump anuncia nesta terça-feira decisão sobre acordo nuclear com o Irã
 
 
Fugindo da crise e da insegurança, brasileiros migram para Portugal
 
 
Argentina recorre ao FMI para equilibrar contas
 
 
Brasil e mais 40 nações apelam à OMC contra guerra comercial
 
 
Macri admite que Argentina precisa de apoio externo e recorre ao FMI
 
 
Donald Trump retira Estados Unidos do acordo nuclear com Irã

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212