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18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Programa Um Olhar sobre o mundo discute a situação das Coreias - Jornal Brasil em Folhas
Programa Um Olhar sobre o mundo discute a situação das Coreias


O cônsul da Coreia do Sul em São Paulo Hak You Kim e o encarregado de negócios da embaixada do Brasil na Coreia do Norte, Cleiton Schenkel, são os convidados de hoje do jornalista Moises Rabinovici no programa Um olhar sobre o Mundo que vai ao ar nesta segunda-feira (14), às 21h45, na TV Brasil.

Ambos conversam com Rabinovici sobre o anunciado encontro entre o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, que deve acontecer no dia 12 de junho em Singapura. A reunião entre os dois pode marcar um momento muito importante para a paz na península coreana e em todo o planeta, depois da crescente tensão criada nos últimos anos, com a intensificação do programa nuclear norte-coreano e as ameaças do regime de Pyongyang de disparar seus mísseis contra os EUA ou seus aliados.

Os dois convidados falam também sobre a situação de cada um dos dois países e debatem as perspectivas que se abriram para um possível acordo entre as duas nações, criadas em 1948, com a divisão da península coreana, a parte norte controlada pelos soviéticos e pela China, enquanto o sul foi ocupado pelos Estados Unidos.

Lembram a repercussão nas Coreias do Norte e Sul do importante movimento diplomático que aconteceu na zona desmilitarizada entre os dois países no final de abril, quando houve o histórico aperto de mãos entre o presidente sul coreano Moon Jae-in e o líder norte-coreano Kim Jong-un. Foi a primeira reunião entre líderes dos dois países em mais de uma década e inaugurou o processo de reaproximação, logo após as Olimpíadas de Inverno realizadas em Seul.

O contraste atual entre as duas Coreias fica bem evidente na conversa Rabinovici com os dois diplomatas. Enquanto o cônsul da Coreia do Sul relata um ambiente de liberdade e desenvolvimento em seu país, o encarregado de negócios do Brasil na Coreia do Norte disse que naquele país existe um isolamento em relação ao exterior e até mesmo as notícias sobre o encontro de Kim com Moon foram censuradas e liberadas em conta-gotas para os norte-coreanos. Ainda assim, segundo disse o Cleiton Schenkel, que pertence à única família brasileira que vive em Pyongyang, existe um clima de otimismo na capital da Coreia do Norte em relação às possíveis negociações para o estabelecimento de paz entre o norte e o sul.

O cônsul da Coreia do Sul em São Paulo ressaltou que o encontro do presidente Trump com Kim será decisivo para o estabelecimento da paz na península coreana. Para ele, a intervenção do presidente norte-americano será tão importante nesse processo de pacificação das duas Coreias que Trump seria merecedor do prêmio Nobel da Paz.

O encarregado de negócios do Brasil ressaltou que na Coreia do Norte, embora existam sérias discordâncias com o governo sul-coreano, não há animosidade em relação ao povo da Coreia do Sul. O grande inimigo, na visão dos norte-coreanos são mesmos os Estados Unidos, lembrados como responsáveis pela destruição do país durante a Guerra da Coreia.

O cônsul da Coreia do Sul disse que, na sua avaliação, a Coreia do Norte está agora voltada para o desenvolvimento econômico e deve seguir o modelo chinês e vietnamita, mantendo-se socialista, mas buscando fazer crescer a economia. Segundo ele, no entanto, isso só será possível se o regime norte-coreano abandonar a busca por armas nucleares.

Sobre a possibilidade de uma futura reunificação das duas Coreias, Hak You Kim afirmou que esse é um desejo dos povos dos dois países. Explicou que o povo coreano tem uma história única de 5 mil anos e que a divisão política das duas Coreias tem apenas 70 anos. Tanto no sul como no norte queremos a reunificação. A paz contribuiria muito para o desenvolvimento econômico de toda a Coreia.

Disse acreditar que o líder norte-coreano pode desmantelar seu arsenal nuclear caso receba nas próximas negociações garantias da manutenção de seu regime, se houver compromisso dos Estados Unidos de não atacar a Coreia do Norte e se o atual armistício que existe entre as duas Coreias for substituído por um tratado de paz.

Edição: Valéria Aguiar

 

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