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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Imprensa internacional mostra cenário de desesperança em Gaza - Jornal Brasil em Folhas
Imprensa internacional mostra cenário de desesperança em Gaza


Os principais jornais internacionais destacam hoje (15) os impactos da transferência da Embaixada dos Estados Unidos de Tel-Aviv para Jerusalém, em Israel. A imprensa estrangeira menciona o reforço norte-americano às representações diplomáticas no Oriente Médio e, mesmo assim, o acirramento da onda de violência nos enterros dos mais de 50 mortos palestinos. Tudo acompanhado por milhares de palestinos

Na imprensa internacional, a Faixa de Gaza e a agonia existente são apontadas como um cenário de miséria e falta de esperança com o bloqueio de Gaza, de um lado por Israel e outro pelo Egito. Os relatos destacam poucas horas de energia por dia, quando sem energia não há dessalinização da água; e assim não há água.

A data de ontem (14) para a abertura da embaixada em Jerusalém não poderia ter sido pior, coincidindo com a Nakba, a Catástrofe, com que palestinos lembram a fuga e expulsão em massa com a guerra de independência de Israel, depois que a partilha da Palestina foi rejeitada pelos árabes na Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948.

Em Isarel, o ex-embaixador americano no país, Dan Shapiro, perguntou: Mas por que não em outro dia? Por que a provocação?. Para Shapiro, a Casa Branca deveriater deixado claro que Jerusalém poderá vir a ser também capital da Palestina.

O tom da imprensa israelense e norte-americana é semelhante: a ação é definida como tragédia na Faixa de Gaza e festa em Israel.

O “Jerusalem Post”, um dos principais veículos israelenses, publica uma foto de um grupo tentando romper a fronteira como justificativa para a reação israelense, quando muitos líderes mundiais perguntam Por que usar balas de verdade contra a maioria de manifestantes desarmados?

Ao “Washington Post”, um jovem palestino explicou: Não temos nada a perder. Pois, é muito difícil um jovem sair de Gaza e, se sair, conseguir voltar. Não há empregos.

* O jornalista Moisés Rabinovici é comentarista da Rádio Nacional e apresentador do programa Um olhar sobre o Mundo na TV Brasil

Edição: Maria Claudia

 

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