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24 de Jun de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Maia quer redução de impostos e fim da Cide para baratear combustíveis - Jornal Brasil em Folhas
Maia quer redução de impostos e fim da Cide para baratear combustíveis


Em resposta aos protestos convocados contra o aumento no preço dos combustíveis, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu, pelo Twitter, o fim da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e a redução de impostos como o PIS/Cofins. “No curto prazo, o governo federal deve avaliar a possibilidade de zerar a Cide e diminuir o PIS/Cofins”. Na avaliação de Maia, “os estados podem avaliar o mesmo para o ICMS”.

O presidente da Câmara defendeu que essas “são ideias de políticas compensatórias para enfrentar o momento atual. E estão distantes do congelamento de preços que vimos no passado”.
Comissão geral

Por meio de nota divulgada pela presidência da Câmara, Maia anunciou que os sucessivos aumentos dos preços dos combustíveis no país serão discutidos em uma comissão geral conjunta, no plenário da Câmara dos Deputados, na próxima quarta-feira (30).

Segundo o documento, serão convidados para participar do debate representantes da Petrobras, de distribuidoras, de postos, do governo e especialistas do setor. O objetivo, segundo Maia, é buscar ações imediatas para enfrentar a crise geopolítica global que encarece os combustíveis.

Em entrevista em Porto Alegre, onde participou de evento com estabelecimentos de saúde gaúchos, Maia defendeu que o governo utilize estratégias de compensação da alta dos combustíveis com o objetivo de evitar um colapso social. Segundo ele, as soluções para o problema não podem passar pelo retorno do congelamento dos preços nem pelo que chamou de interferência do Estado na economia ou na política de preços adotada pela Petrobras.

Acho que o governo tem que pensar que forma compensar a sociedade, o orçamento familiar, para que a gente não entre em um colapso social. O preço do petróleo na minha avaliação não vai ficar alto assim nos próximos meses, mas no curto prazo tem que pensar em alguma coisa, afirmou.

* Colaborou Paulo Victor Chagas

Edição: Lílian Beraldo

 

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