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19 de Jun de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Cuba pode levar até um ano para concluir investigações sobre acidente - Jornal Brasil em Folhas
Cuba pode levar até um ano para concluir investigações sobre acidente


Três dias após o acidente aéreo em Cuba, que matou 110 pessoas, as autoridades cubanas intensificaram as investigações para esclarecer as causas da queda do avião, na última sexta-feira (18), nos arredores de Havana (Cuba), e o processo de identificação das vítimas. As investigações sobre as causas do acidente podem levar até um ano, já a identificação das vítimas deve ser concluída em um mês.

O Instituto de Medicina Legal informou que foram identificados 33 mortos. Apenas três mulheres sobreviveram e estão em estado grave.

Reconhecido como um dos principais especialistas de Cuba pelo trabalho que desenvolveu nas buscas e descobertas dos restos do guerrilheiro argentino-cubano Ernesto Che Guevara, na Bolívia, Jorge González disse que o processo de identificação das vítimas deve durar mais um mês. Porém, de acordo com ele, as investigações sobre as causas do acidente podem levar até um ano.

O ministro de Transporte de Cuba, Adel Yzquierdo, afirmou o bom estado da caixa-preta, que guarda a troca de comunicação da aeronave, do Boeing-737-200 da companhia mexicana Damojh arrendada pela Cubana de Aviação, deve ajudar nas investigações.

Yzquierdo disse que a comissão encarregada de investigar as causas da tragédia segue os protocolos internacionais. Dois especialistas da aeronáutica do México também participam das investigações.

Autoridades cubanas informaram que o governo de Cuba aceita a colaboração de especialistas estrangeiros para as investigações.

À bordo da aeronave, que fazia a rota Havana-Holguín, estavam 113 pessoas, das quais 102 cubanos, seis tripulantes mexicanos, dois turistas argentinos e uma mexicana, e duas saarauís residentes na ilha caribenha. Havia ainda um bebê, de dois anos, e quatro crianças cujas idades não foram divulgadas.

As três mulheres sobreviventes estão em estado crítico extremo e com prognóstico sigiloso, no Hospital Universitário General Calixto García, de Havana.

*Com informações da Prensa Latina, agência pública de notícias de Cuba.

Edição: Sabrina Craide

 

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