Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


25 de Jun de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Ação para segurar o dólar pode acalmar o mercado, dizem economistas - Jornal Brasil em Folhas
Ação para segurar o dólar pode acalmar o mercado, dizem economistas


A oferta de swap cambial pelo Banco Central (BC) é uma boa medida para segurar a alta do dólar, mas não deve ser um instrumento para derrubar a moeda a longo prazo. A avaliação é do economista Tiago Schietti, diretor da gestora de recursos Horus GGR.

“A venda de swap é um mecanismo supereficiente para dar liquidez ao mercado no curto prazo, mas não acreditamos que seja uma ferramenta para usar como componente para derrubar o dólar, essa a volatilidade do dólar ainda depende de fatores externos e vem acontecendo também em outros mercados emergentes, como a Argentina”, explica.

O dólar comercial encerrou o pregão de hoje (21) em queda de 1,35%, cotado a R$ 3,689, depois de seis altas consecutivas. O mercado de câmbio reagiu à nova intervenção do BC, que reforçou a oferta de swap cambial, equivalente à venda de dólares no mercado futuro, por meio do leilão de 15 mil novos contratos e a renovação (rolagem) dos contatos que vencem no dia 1º de junho.

O professor de finanças Cesar Caselani, da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV EAESP), avalia que a oferta de swap cambial pelo Banco Central pode acalmar o “nervosismo” do mercado financeiro. “Podemos ver da seguinte maneira, a oferta de dólares é dizer para o mercado que se [o Banco Central] precisar frear essa subida do dólar tem recursos para fazer isso, isso diminui um pouco o nervosismo do mercado”.

Influência dos EUA

Os dois especialistas lembram que o cenário político e econômico nos Estados Unidos também tem influência no preço do dólar no Brasil. “O FED [o Banco Central americano] acaba de dizer que está imprevisível o nível de emprego e de inflação lá, então tudo depende muito ainda do mercado externo, e outros mercados emergentes estão no mesmo nível, com desvalorização da moeda local”, diz Schietti.

O professor Caselani também acredita que a queda na moeda ainda depende do comportamento do governo norte americano. “Tudo depende ainda de como os Estados Unidos vão lidar com a taxa de juros nos próximos meses”.

Edição: Sabrina Craide

 

Últimas Notícias

Desaprovação a Bolsonaro sobe a 64%. Pior situação é a de Alckmin
PT lança pré-candidatura de Kátia Maria ao Governo de Goiás
Copa chega ao 10º dia com jogo da Alemanha; acompanhe
Trump ameaça sobretaxar carros europeus em 20%
Inadimplência em condomínios abre espaço para venda das dívidas
Dólar sobe mesmo com atuação do BC; Bovespa fecha em alta
Tesouro Direto registra décimo mês seguido de saques
BC anuncia mais injeção de dólares no mercado de câmbio

MAIS NOTICIAS

 

Copa chega ao 10º dia com jogo da Alemanha; acompanhe
 
 
Trump ameaça sobretaxar carros europeus em 20%
 
 
Inadimplência em condomínios abre espaço para venda das dívidas
 
 
Tesouro Direto registra décimo mês seguido de saques
 
 
BC anuncia mais injeção de dólares no mercado de câmbio
 
 
Cade aprova venda de 80% do Walmart Brasil para fundo americano

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212