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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Em Salvador, brasileiros discutem apoio para os que vivem no exterior - Jornal Brasil em Folhas
Em Salvador, brasileiros discutem apoio para os que vivem no exterior


Em busca de parcerias com o governo federal e programas de apoio a cerca de 3 milhões de emigrantes brasileiros, representantes de mais de 40 comunidades estão reunidos na 6ª edição da Conferência Brasileiros no Mundo, em Salvador (BA). A discussão é conduzida pela área consular do Ministério das Relações Exteriores e pela Fundação Alexandre de Gusmão.

Participam integrantes de comunidades brasileiras organizadas em mais de 40 países, como Portugal, Espanha, Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Líbano, Japão, Estados Unidos, Suriname e Argentina.

O Ministério das Relações Exteriores informa que mantém canal permanente de diálogo com a comunidade brasileira residente no exterior por intermédio do Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior.

A diretora do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior do Itamaraty, embaixadora Luiza Lopes, disse que a conferência marca um novo momento no debate. “A 6ª Conferência está marcando os 10 anos de um processo de construção de diálogo entre o governo, no caso capitaneado pelo Itamaraty, e a sociedade civil brasileira no exterior, que hoje estimamos em cerca de 3 milhões de pessoas, espalhadas por mais de 40 países”.

A menos de cinco meses das eleições, a brasileira Tatiana Viana, representante do Conselho de Cidadãos Brasileiros em Roma (Itália), elogiou a descentralização das votações na Itália. “Neste ano, em Roma, teremos uma seção descentralizada em Florença”, disse. “Estamos no exterior, mas interessados no que acontece em nosso país e queremos exercer a nossa cidadania de forma plena e ativa.”

O brasileiro Richard Koch que mora há 10 anos em Genebra (Suíça) destacou uma outra iniciativa: o aperfeiçoamento educacional da comunidade brasileira no exterior. No caso da Suíça, houve a experiência de certificação do ensino fundamental e médio.

“Nós tivemos uma experiência muito peculiar em Genebra, de pessoas que já estavam fora do país há 30, 40 anos, e não tinham terminado o ensino fundamental ou o ensino médio. Isso deu a essas pessoas a alegria de concluir seus estudos e dar continuidade. Temos algumas experiências especiais”.

Edição: Valéria Aguiar

 

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