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23 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Presidente colombiano vai à Bélgica se reunir com secretário da Otan - Jornal Brasil em Folhas
Presidente colombiano vai à Bélgica se reunir com secretário da Otan


Próximo de concluir seu mandato e em meio à campanha para o segundo turno das eleições presidenciais, no dia 17 de junho, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, viaja na quinta-feira (31) para a Bélgica, para se encontrar com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg.

A Colômbia é o primeiro país da América Latina a ser aceito como parceiro global da Otan, uma aliança militar entre os Estados Unidos e seus aliados da Europa Ocidental, que foi criada depois da Segunda Guerra Mundial para fazer frente à União Soviética e aos países comunistas do Leste Europeu, organizados à época sob o Pacto de Varsóvia. Com o fim da Guerra Fria, muitos desses países entraram para a OTAN, que hoje tem 29 membros.

Segundo Santos, como parceiros globais da OTAN, os colombianos podem contar com ajuda para lutar contra o terrorismo e crimes cibernéticos, além de fortalecer a segurança marítima. “A Colômbia vai se beneficiar sendo uma parte ativa da comunidade internacional porque muitos dos problemas que hoje enfrentamos são globais e requerem a colaboração e o apoio de outros países para serem solucionados”.

Atualmente, a Otan executa manobras militares conjuntas e tem o compromisso de defender qualquer membro, atacado por força externa. A Colômbia faz parte da categoria parceiro global do bloco, que também inclui Afeganistão, Austrália, Iraque, Japão, Coreia do Sul, Mongólia, Nova Zelândia e Paquistão.

Eleições presidenciais

Juan Manuel Santos ganhou o prêmio Nobel da paz por ter assinado, em 2016, um acordo para acabar com meio século de guerra civil entre as forças governamentais e as Forças Armadas Revolucionarias da Colômbia (Farc). Esse acordo está sendo questionado pelo ex-presidente Álvaro Uribe (principal rival político de Santos) e por seu candidato à presidência, Iván Duque. Ambos acham que o pacto foi demasiado generoso com os sete mil rebeldes que aceitaram depor as armas em troca de anistia e do direito de formar um partido político com o mesmo nome.

No dia 17 de junho, Duque disputa a presidência da Colômbia com o ex-guerrilheiro e ex-prefeito de Bogotá, Gustavo Petro. Apesar de não ter conseguido fazer seu próprio sucessor, Santos também deixa como legado a entrada da Colômbia na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), que tem 35 países e do qual o Brasil e a Argentina querem fazer parte.

Edição: Denise Griesinger

 

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