Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Delator diz que Picciani recebeu R$ 80 milhões de empresas de ônibus - Jornal Brasil em Folhas
Delator diz que Picciani recebeu R$ 80 milhões de empresas de ônibus


O deputado Jorge Picciani (MDB), presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), teria recebido R$ 80 milhões de empresas de ônibus. A acusação foi feita pelo ex-vice-presidente da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) Marcelo Traça. A quantia, de acordo com o empresário, foi dividida em 40 parcelas de R$ 2 milhões. O objetivo era a aprovação de leis que favorecessem o setor.

Traça depôs na condição de delator, nesta terça-feira (19), no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), no âmbito da operação Cadeia Velha, um desdobramento da Lava Jato. Picciani chegou a ser preso, no final do ano passado, mas atualmente está em prisão domiciliar.

“No final de 2015, eu fui chamado para uma reunião na casa de Picciani, na presença de José Carlos Lavouras, então presidente da Fetranspor, onde me foi colocado que a Fetranspor tinha um compromisso mensal com Picciani na ordem de R$ 2 milhões. Foi pedido que eu fosse o portador dessa quantia mensal. Fiz umas 40 entregas, mais ou menos, desse valor”, disse Traça.

O delator também disse que fazia entregas mensais ao deputado Edson Albertassi (MDB), em valores ao redor de R$ 68 mil, também para garantir influência da Fetranspor na Alerj. Os valores eram pagos em espécie, tanto para Picciani quanto para Albertassi, em lugares que iam desde as residências particulares deles a restaurantes e até na própria Alerj.

Também depôs o delator da Odebrecht Benedicto Júnior. Ele falou que havia doações para o deputado Picciani e também para o deputado Paulo Melo (MDB), por meio de caixa 2 e outras formas de repasses.

“Nós tínhamos três tipos de doações. Doações oficiais; doações por caixa 2, pelo nosso sistema de operações estruturadas, dinheiro ilícito; e caixa 3, por interposta pessoa. Nós tínhamos a preocupação de que fossemos sempre bem-vistos pelo entorno do governador Sérgio Cabral”, explicou Benedito, também conhecido como BJ.

A defesa de Picciani foi procurada, mas não se manifestou até a publicação desta matéria. As defesas dos deputados Albertassi e Paulo Melo não foram localizadas para comentar o depoimento do delator. Os dois continuam presos no Complexo Penitenciário de Bangu.

Edição: Davi Oliveira

 

Últimas Notícias

Com pênalti controverso, Brasil vence Uruguai por um a zero
Brasil está preparado para substituir médicos cubanos, afirma Temer
Chega a quatro número de vítimas das chuvas em Belo Horizonte
Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23
Massoterapeuta Dani Bumbum deixa prisão no Rio
Cervejas terão rótulos com os ingredientes usados na fabricação
Temporal causa mortes e estragos em BH; adolescente está desaparecida
Bolsonaro reitera que decisão sobre médicos cubanos é humanitária

MAIS NOTICIAS

 

Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI
 
 
Mostra Sesc em 26 cidades do Ceará vai incentivar intercâmbio cultural

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212