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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 No Rio, torcedores portugueses sofrem com derrota da seleção - Jornal Brasil em Folhas
No Rio, torcedores portugueses sofrem com derrota da seleção


A supremacia portuguesa no Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (Cadeg), responsável por abastecer o comércio de alimentos e plantas da cidade, não intimidou os poucos uruguaios presentes no local. O tradicional ponto de encontro português foi preparado para uma grande festa, com música, bandeiras de Portugal e fotos de Cristiano Ronaldo. Só que no final, a comemoração foi azul e branca.

O gol uruguaio, logo aos 7 minutos do primeiro tempo, marcado por Cavani, esfriou e deixou tensa a torcida lusitana, que só teve alívio aos 10 minutos do segundo tempo, através de Pepe. Porém, Cavani novamente voltou a marcar, aos 17 minutos, selando o destino português na copa.

Apesar da derrota, os torcedores de Portugal não demonstraram rancor e ao final aplaudiram sua seleção pelo bom futebol apresentado em campo. “Jogamos bem. O que vale é competir. Saímos de cabeça erguida. Agora é torcer pelo Brasil”, disse o empresário Marcio Almeida, que veio com a esposa e a filha pequena.

Opinião semelhante à do comerciante Carlos Cadavez, que organizou um grande espaço, com palco para apresentações e telão, onde se espremeram centenas de torcedores, com muita comida típica e ao som de música portuguesa . “O jogo foi bom. Faltaram mais finalizações. O Cristiano Ronaldo, sozinho, não pode resolver tudo. Daqui pra frente, é torcer pelo Brasil”, disse Cadavez.

Contrastando com a festa portuguesa ao lado, um pequeno restaurante de comida uruguaia, decorado com bandeirinhas do país, atraiu uma reduzida torcida azul e branca, discreta até na hora de comemorar os gols.

“Gostei do jogo. Nosso estilo é retranca e contra-ataque. Não é bonito, mas é eficiente. Que venha a França. Não temos medo de ninguém”, disse um dos sócios do restaurante, Gabriel Mosca, nascido no Uruguai, mas que mora há muitos anos no Brasil.

Edição: Sabrina Craide

 

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