Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 ANP recebeu 179 contribuições sobre reajuste de combustíveis - Jornal Brasil em Folhas
ANP recebeu 179 contribuições sobre reajuste de combustíveis


A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) recebeu um total de 179 e-mails com sugestões de 115 de entidades e pessoas físicas sobre a conveniência de se estabelecer uma periodicidade mínima para o repasse do reajuste do preço dos combustíveis. O período para envio de manifestações para a tomada pública de contribuições começou no dia 11 do mês passado acabou ontem (2).

Segundo nota da ANP, a agência reguladora está agora analisando as contribuições recebidas. “Uma potencial minuta de resolução passará por consulta e audiência públicas, como ocorre com todos os novos regulamentos da ANP”, conclui a nota. A ideia é que, a partir da análise, a regulamentação da decisão sobre a periodicidade dos aumentos seja publicada no Diário Oficial da União (DOU) no prazo de 40 a 60 dias.
Regulamentação não é intervenção, diz ANP

Ao apresentar a proposta, há um mês, o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, disse que a regulamentação foi pensada em razão de não existir espaço para mudanças na tributação dos combustíveis no curto prazo, que possa viabilizar a amortização das oscilações do câmbio e do petróleo no mercado internacional nos preços finais dos principais combustíveis de modo a beneficiar o consumidor final.

Na ocasião, Oddoni afirmou que a agência não iria interferir na formação dos preços e negou que a regulamentação que estava em estudo significasse uma intervenção na política de preços da Petrobras ou das empresas distribuidoras que atuam no país.

Em discurso na abertura da 4ª Rodada de Partilha do Pré-Sal para exploração e produção de petróleo e gás natural no país, Oddone foi ainda mais enfático ao afirmar que não haveria intervenção da agência na política de preços de derivados de petróleo da Petrobras ou de outras empresas que atam no país.

O diretor-geral argumentou que a ANP convocou uma consulta pública para discutir a periodicidade dos reajustes de preços, porque houve uma manifestação de descontentamento da sociedade, o que, segundo ele, não significava intenção de intervir na política de preços.

Edição: Sabrina Craide

 

Últimas Notícias

Submarino argentino é encontrado um ano e um dia após desaparecimento
Parlamento cubano rejeita resolução da Eurocâmara sobre direitos human
Incêndio da Califórnia registra 74 mortos e mais de mil desaparecidos
Livro mistura suspense e fantasia em reflexão sobre violência no país
EBC e Fundação Getulio Vargas firmam acordo para revitalizar acervo
Trabalho de escoramento em viaduto paulistano prossegue neste sábado
Belo Horizonte tem previsão de mais chuva; temporais já mataram quatro
Prefeito de Mariana diz que não desistirá de ação no Reino Unido

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212